Paróquias
Adão, Ade, Albardo, Amoreira, Cabreira, Casal de Cinza, Castanheira, Cerdeira do Côa, Marmeleiro, Mesquitela, Miuzela, Monte Margarida, Monteperobolso, Parada, Porto de Ovelha, Pousade, Rochoso, Seixo do Côa, Valongo do Côa, Vila Fernando e Vila Garcia

quinta-feira, junho 28, 2007

Ordenações


No próximo Domingo, pelas 16h00m, na Sé da Guarda vai ser ordenado um novo sacerdote, de seu nome, Rui Miguel Manique Nogueira. É um momento importante para toda a comunidade Diocesana e para toda a Igreja. Os sacerdotes são um dom maravilhoso que Deus concede às comunidades cristãs. Com ele será ordenado um Diácono, Gilberto Antunes, e também será feita a instituição de um acólito, Valter Duarte, e de dois leitores, Hugo Martins e Luís Miguel. A todos eles a nossa oração e o nosso bem-haja por escutarem e dizerem Sim ao chamamento de Deus.

terça-feira, junho 19, 2007

Peregrinação interparoquial


51 Cristãos da Miuzela, Cerdeira, Parada, Rochoso, Pousade, peregrinaram neste Sábado, dia 16, ao Santuário Nacional do Coraçao de Jesus, no Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
A motivação inicial foi a celebração do 125º aniversário da criação da Associaçao do Apostolado da Oração na Miuzela: movimento de piedade e apostolado que tanto tem contribuído para a vivência da fé nas nossa paróquias.

Passámos por Balasar, onde rezámos junto ao túmulo da Beata Alexandrina, a apóstola da Eucaristia; visitámos a casa e o quarto onde ela sofreu durante tantos anos e sobreviveu, alimentando-se apenas da hóstia consagrada.



Celebrámos a Eucaristia da festa do Sagrado Coração de Jesus, que ocorrera no dia anterior, no Santuário do Monte de Sª Luzia; aí renovámos a consagração das nossa paróquias ao Amor de Jesus.
Depois de passearmos por Viana, visitámos Braga: Sameiro, Bom Jesus e centro da cidade.
O mau tempo foi superado pela fé, a amizade o convívio.

segunda-feira, junho 18, 2007

Pe. Sanches, faleceu!


O Pe. António Sanches, à direita do Pe.Ângelo, recém ordenado, há um ano atrás.




No passado dia 7 faleceu o sr. Pe. António Sanches, natural e residente na Ruvina.


Resistente, física e mentalmente, ainda aguentou o serviço paroquial até ao meio da Quaresma, nas 5 paróquias que tinha a seu cargo. Chegou à meta da Vida aos 93 anos. O Pai lhe dará a Recompensa.
Foi sepultado na Ruvina, sua terra.



Desde 1949 foi pároco de várias aldeias da nossa região, entre as quais a Miuzela e Porto de Ovelha (de 1949-1955)


Mais paróquias ficaram sem pastor, entre elas duas do nosso arciprestado: Seixo e Valongo.


Mais um dado para repensar o nosso tipo e vivência de fé. Mais um apelo ao empenhamento de todos os cristãos, a serem pedras vivas e responsáveis na construção e renovação da Igreja que somos todos nós!

quarta-feira, junho 13, 2007

A.S.T.A - Cabreira


Festa na ASTA -Associação socio-terapêutica de Almeida - na Cabreira
Foi já... há alguns dias: no fim de semana de 2 e 3 de Junho. Mas a notícia não podia ficar esquecida. Uma festa, um programa, que envolveu muitas aldeias vizinhas da Cabreira e outras mais longínquas.
Amigos, admiradores, familiares de utentes, visitantes, associações diversas participaram na festa-"feira" anual da ASTA



Associação que considera e faz Gente,


jovens "desengonçados" física e mentalmente...




Que brincam e dançam com a

pura alegria que vem da inocência!



















Um grupo de música antiga,medieval, que nos fez voar a outros tempos!


Um ranchinho encantador de promessas,
de gente de palmo e meio que ainda mora por cá.





E, claro, o Conjunto da casa a encerrar a tarde.Aplaudido! Com... "só mais uma" e depois "mais outra"!

















PARABÉNS, ASTA! Que Deus ilumine e abençôe a quantos nela trabalham!


































sexta-feira, junho 01, 2007

Funerais

FUNERAL CRISTÃO
Há muitas formas de celebrar os funerais. Entende-se que um funeral católico é para os fiéis católicos. Por isso, é bom estarmos preparados para outros rituais fúnebres para quem não tinha nem vivia a fé católica. Por coerência e até por respeito à vontade, manifesta em vida, talvez alguns funerais não devessem acontecer como os fazemos… para não “obrigar” ninguém, depois de morto, a “gramar” o que em vida não quis. A Igreja católica não é, um departamento estatal, público, para os assuntos religiosos ou funerários!
Mas, importa sobretudo valorizar e purificar a celebração da morte dos nossos familiares, antes que se banalize ou seja absorvida pela onda comercial e "neo-pagã" que nos invade.
-Vale a pena relembrar que a morte se prepara vivendo santamente. Ainda estarão todas as famílias cristãs preocupadas pela saúde espiritual sua e dos seus idosos e doentes, sugerindo-lhes e proporcionando a celebração do sacramento da Unção dos doentes, da Reconciliação e da Comunhão!?

- Porque no dia do funeral dos nossos não temos grande ocasião de pensar, vale a pena ir lembrando alguns pormenores:
- Ninguém deverá estranhar que num funeral cristão se cante. De estranhar é não o fazer. Cantar é "rezar duas vezes", é manisfestação da nossa Esperança e até, psicologicamente, um remédio para a nossa pena.
- Durante a Missa exequial o caixão esteja fechado: por razões de higiene e saúde; de espaço, em muitos casos; de maior atenção à Eucaristia e ao altar; para, logo após a Missa, seguirmos com o funeral e não interrompermos a oração com despedidas que repetimos no cemitério.
- Na Eucaristia, façam um arranjo floral belo mas simples – e não flores “a monte”. Até para não haver “distinção” social das pessoas. Há capelas onde o espaço é pouco e por vezes o cheiro e o pólen incomoda algumas pessoas. Alguns ramos sejam guardados noutra parte ou na carrinha funerária.
-Quantas vezes, pelo seu exagero e ausência de consequências, não serão sinais de pouca fé?? Quem crê sabe, que além e mais do que o gesto exterior das flores, podem ajudar os nossos falecidos: o bem que fazemos; a nossa oração mais intensa; a nossa conversão e crescimento na fé; a nossa comunhão Eucarística e a caridade fraterna.
- Há terras onde, em vez de flores, muitos amigos oferecem uma importância em dinheiro, para ser aplicada em Missas, em esmolas… É menos visível… "mas o Pai, que vê no segredo, te dará a recompensa”. Pode ser mais uma alternativa!
- A caminho do cemitério vamos rezando e cantando, testemunhando a nossa fé na Vida eterna. De preferência à frente da carrinha, para rezarmos juntos.
E, no cemitério, terminamos primeiro a oração pelo irmão que sepultamos, antes de visitar outras campas.

7º Dia ?? 30º Dia ?? São sobretudo datas significativas para nós, não tanto para os nossos falecidos, que já não vivem no tempo de calendário. São datas de conveniência e tradição para nós: são aniversários semanais, mensais ou anuais,para melhor recordarmos os nosso defuntos: para os sufragar a eles e pedir-lhes que eles intercedam por nós.
(O arcipreste.)