Paróquias
Adão, Ade, Albardo, Amoreira, Cabreira, Casal de Cinza, Castanheira, Cerdeira do Côa, Marmeleiro, Mesquitela, Miuzela, Monte Margarida, Monteperobolso, Parada, Porto de Ovelha, Pousade, Rochoso, Seixo do Côa, Valongo do Côa, Vila Fernando e Vila Garcia

quinta-feira, setembro 20, 2007

Padres têm que trabalhar mais por falta de novos sacerdotes

D. Manuel Felício reconhece dificuldades no recrutamento de vocações e na formação de padres, mas sublinha que não há sobrecarga .

A crise de vocações e a dificuldade na formação de novos padres na Diocese da Guarda “está a ser superada com a compreensão dos padres que se dispõem a mais trabalho”, disse ao Diário XXI o Bispo da Guarda. D. Manuel Felício reconhece dificuldades no recrutamento de vocações e na formação de padres, mas sublinha que não há sobrecarga de serviço na Diocese da Guarda, composta por 115 párocos para 371 paróquias. “Para fazerem o que faziam há 50 anos, estão sobrecarregados. Para fazer o que devem fazer, distribuindo por outros a co-responsabilidade, não estão sobrecarregados”, referiu D. Manuel Felício, à margem da inauguração de um centro paroquial, domingo, na Covilhã.
“Nós temos 371 paróquias, mas temos paróquias com 100 habitantes que não têm capacidade de se organizar. Portanto, haja cinco paróquias com 100 habitantes a funcionar como se fosse uma só e isso está bem”, afirmou. “Para nós haver muitos padres já não é a mesma coisa que era há 50 ou há 40 anos. O importante é que haja um número de padres razoável que nos permita garantir que as paróquias e grupos de paróquias funcionem com programas e serviços comuns”, reforçou o Bispo da Guarda.

RÁCIO NÃO ESTÁ DESAJUSTADO
“Nós estamos habituados a ter uma tradição que é a de atribuir a cada paróquia um pastor próprio, mas isso passou e nem seria bom que voltasse, porque tiraríamos a iniciativa a outros, nomeadamente aos leigos e a outros serviços”, acrescentou D. Manuel Felício. O bispo defende ser necessário “educar o nosso povo para voltar a sua atenção para o que é essencial”. Segundo refere, o rácio de párocos e paróquias “não está desajustado” realçando que a Diocese da Guarda precisa de muitos sacerdotes, “às vezes seis e sete”, para atender às necessidades de paróquias como as da Guarda, Seia e Fundão, que têm entre 15 e 30 mil habitantes. Nos últimos dois anos foram ordenados sete padres na Diocese da Guarda.

terça-feira, setembro 11, 2007

Nossa Senhora da Ajuda


7 e 8 de Setembro: dia de peregrinação ao Santuário de Nª Sª da Ajuda, na Malhada Sorda.
Continua a ser impressionante a quantidade de gente que aí acorre oriundos de toda a região e de diversas paróquias do nosso arciprestado. Em grande número a pé; crianças, jovens e adultos; até descalços e de joelhos, em alguma parte.
Afinal, um fenómeno religioso que não passou de moda, e continua a atestar que, neste mundo “somos um povo que caminha” para uma pátria que está mais Além e, de alguma forma, encontramos já representada em alguns lugares privilegiados que nos aproximam do Transcendente. Esse é o sentido das nossas peregrinações a qualquer santuário, ou até das nossas simples procissões festivas.
Importa é que nessas ocasiões encontremos um pouco mais do essencial: que a veneração de Maria, nos aproxime da adoração e seguimento de seu filho Jesus, o nosso Salvador. Esse é o pedido que tem feito em muitos lugares onde acreditamos que ela nos visitou; o mesmo pedido, aliás, que ela fez em Caná, quando, por sua intercessão, Jesus fez o primeiro milagre: “Fazei o que Ele vos disser.”
O mesmo Jesus que, em cada Domingo, bem perto de nós, se transforma e multiplica em Pão da Vida que, às vezes, tão poucos se incomodam em adorar e receber.
Que o sentimento e carinho por Maria sacuda a nossa razão para uma fé mais esclarecida e comprometida.
À vossa protecção nos acolhemos, Santa Mãe de Deus. Não “desprezeis” as nossas súplicas em nossas necessidades mas livrai-nos de todos os perigos, Ó Virgem gloriosa e bendita!”
(Pe. António Coelho)