Paróquias
Adão, Ade, Albardo, Amoreira, Cabreira, Casal de Cinza, Castanheira, Cerdeira do Côa, Marmeleiro, Mesquitela, Miuzela, Monte Margarida, Monteperobolso, Parada, Porto de Ovelha, Pousade, Rochoso, Seixo do Côa, Valongo do Côa, Vila Fernando e Vila Garcia

domingo, dezembro 28, 2008

Resposta de Jesus

Querido amigo:
Recebi a tua carta. Cá a encontrei junto do sacrário – é assim que se chama esse lugar. E farias bem em continuar a vir cá falar comigo. É um lugar muito especial onde gosto de ouvir e falar às pessoas amigas, mais íntimas.
Compreendo que não tenhas assinado a carta: pois se as pessoas soubessem quem tinha sido, estavas tramado! Porque as pessoas continuam a gostar muito que haja natal…alguns, não tanto por causa minha – como tu já percebeste – mas para comer e beber, receber prendas, ir de férias…ou só pela tradição.
Olha, agradeço e louvo a tua sinceridade: tens alguma razão em avisar-me para não vir cá passar o Natal. De facto, noto que muitos que têm o meu nome -cristãos- também me fecham as portas, como em Belém. Dizem que já têm o dia muito cheio, têm mais que fazer, que já são felizes assim, que eu não lhes dou saúde nem trabalho…e assim procuram outras coisas, mais divertidas, mas que se acabam depressa. Oxalá houvesse mais amigos sinceros como tu. Que fossem menos, mas melhores. Foi por isso que Eu, quando andei lá pela minha terra até disse que as pessoas deviam ser como as crianças: sinceras, francas, sem vergonha: se querem, querem! Se não querem, não querem! Assim, andam aí a fazer de conta que são meus amigos; aborrecidos; como se eu os obrigasse! Claro que assim não são felizes! E depois não falam comigo; se vão à missa é um frete; da minha palavra não querem saber; nunca estão de acordo com o que lhe dizem os meus sacerdotes! Que sejam livres!
E esta é a minha grande pena: ter-me feito humano, ter sofrido e morrido para vos oferecer uma vida melhor, superior, sobrenatural, divina…e ver tantos a viver cegos, embrutecidos, animalizados, contentes e satisfeitos só por terem a barriga cheia, dinheiro no banco e serem doutores em qualquer coisa. Mas olha: é por isso mesmo que eu não posso faltar, no Natal: para tentar que os adultos voltem a sonhar, a esperar, a confiar, a brincar, a sentir-se pequenos, a acreditar que além deste horizonte existe uma Luz… e uma Vida sem fim.
Bem: Gostaria de responder às tuas perguntas. É verdade que eu e meus pais fomos perseguidos pelo rei. Sabes o que aconteceu: muitas crianças em Belém foram mortas. Herodes tinha medo que eu lhe ganhasse o trono. Como se eu fosse adversário de alguém! E olha que isso tem acontecido muitas vezes no mundo! Quando as pessoas não querem saber de mim, têm medo e fogem de mim e de Deus, meu Pai, acabam por magoar-se a eles próprios, perder o respeito, fazer mal uns aos outros, inventar leis más, julgar-se os maiores. Mas depois, pobre de quem as paga: Os mais fracos!
Tens razão em perguntar se o José não era o meu pai verdadeiro. Mas queria-me tanto como se o fosse. É que o meu verdadeiro Pai é Deus, que encheu tanto Maria do seu Amor, o Espírito Santo, que ela ficou grávida de mim e assim, por Maria, me tornei humano como vós, embora já existisse antes junto de Deus, meu único Pai. De facto, é uma pena e uma confusão, aquilo que me contavas de muitas famílias de agora. Se aprendessem de Maria e José a ser fiéis, dedicados, sacrificados, como eles, muitas crianças …e a sociedade, seriam mais felizes! Olha: reza sempre pela união e felicidade dos teus pais, sim! E quando os vires tristes e zangados vai dar-lhes um beijo e um sorriso dos teus.
Falavas do teu encanto pelo Pai Natal, pela Popota, pelo Panda, pelas luzes… não me admira. Fui eu que quis as crianças felizes e a sonhar. Mas, pensa. Pensa! Eu sou real, não sou uma história para divertir. Por isso tenho pena que já não vás à missa e à catequese…para ires descobrindo e crescendo como filho de Deus e irmão de todos; para descobrires que Eu sou o único Caminho, a única porta para a felicidade verdadeira, aquela que não se acaba à Segunda feira ou no final da festa… e que um dia poderás encontrar, ao máximo, comigo, no Céu.
Entretanto, Belém já lá vai! Há muitos anos! Eu cresci e, antes de partir e deixar de estar visível entre vós, inventei uma forma de estar convosco, de me dar a cada um de vós, de ser próximo, íntimo a vós: a Eucaristia, ou Missa. E arranjei outro presépio onde morar e receber visitas: o sacrário. Quando quiseres conversar, queixar-te ou desabafar comigo, aparece! Adeus!

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos - 2009


TEXTO BÍBLICO
“Serão um, em tuas mãos”:
(Ezequiel 37, 15-28)

Veio-me uma palavra do Senhor: “Tu, filho de homem, toma um pedaço de madeira e
escreve nele: Judá e os filhos de Israel que lhe estão associados. Depois toma outro
pedaço de madeira e escreve nele: José – esta será a madeira de Efraim – e toda a casa
de Israel que lhe está associada. Aproxima estes pedaços um contra o outro para
formarem um só; estarão unidos em tua mão. Quando a gente do teu povo te disser:
‘Não queres explicar-nos o que fazes?’ lhe dirás: Assim fala o Senhor Deus: Vou tomar
o pedaço de madeira de José – que está na mão de Efraim – e das tribos de Israel que lhe
estão associadas; eu os encostarei neles, no pedaço de madeira de Judá: farei deles um
só pedaço e eles estarão na minha mão. E os pedaços de madeira sobre os quais tiveres
escrito estarão na tua mão, à vista deles. Dize-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Vou tirar
os filhos de Israel do meio das nações para onde foram, vou reuni-los de todas as partes
e os levarei para seu solo. Farei deles uma nação única, na Terra, nas montanhas de
Israel: um rei único será o rei de todos eles; não formarão mais duas nações e não
estarão mais divididos em dois reinos. Não se macularão mais com seus ídolos e seus
horrores, nem por todas as suas transgressões; eu os livrarei de todos os lugares onde
habitam, os lugares onde pecaram. Eu os purificarei, serão para mim um povo e eu serei
Deus para eles. Meu servo David reinará sobre eles, pastor único para todos eles;
caminharão segundo meus costumes, guardarão minhas leis e as observarão. Habitarão a
terra que dei a meu servo Jacó, a terra onde vossos pais a habitaram; ali habitarão eles,
seus filhos e os filhos de seus filhos, para sempre; meu servo David será seu príncipe
para sempre. Firmarei com eles uma aliança de paz, será uma aliança perene com eles.
Eu o estabelecerei, multiplicá-los-ei. Estabelecerei meu santuário no meio deles para
sempre. Minha morada estará junto deles; serei para eles Deus, e eles serão para mim
um povo. Então as nações conhecerão que eu sou o Senhor que consagro Israel, quando
estabelecer meu santuário no meio deles, para sempre.
(Tradução ecuménica da Bíblia)

O TEMA BÍBLICO
Os textos para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2009 vêm a nós
como expressão da vivência das Igrejas na Coréia. Enfrentando a divisão de seus países
(Coréia do Sul e Coréia do Norte), as Igrejas buscaram sua inspiração na Profecia de
Ezequiel que viveu, também ele, num país tragicamente dividido, cujo povo aspirava
pela unidade.
Profeta e sacerdote, Ezequiel foi chamado por Deus aos trinta anos de idade. Sua
missão abrangeu o período de 594 a 571 a.C., sendo ele fortemente influenciado pelas
reformas políticas e religiosas empreendidas pelo Rei Josias, em 621 a.C.
Comprometido com as reformas de restauração da Lei e do verdadeiro culto ao Deus de
Israel, o Rei Josias estava determinado a eliminar a herança nefasta deixada pela
precedente conquista de Judas pelos Assírios. Entretanto, depois da morte de Josias
durante uma batalha, seu filho Joaquim (Yoyaqîm) prestou homenagem ao Egito e
divulgou o culto de muitos deuses estranhos à Aliança. Os profetas que ousaram criticar
Joaquim (Yoyaqîm) foram abruptamente retirados: Ouriya foi executado; Jeremias foi
banido. Depois da invasão dos babilônios e da destruição do templo em 587 a.C, os
responsáveis políticos e os artesãos do país – entre os quais jovem Ezequiel – foram
capturados e deportados à Babilônia. Lá, Ezequiel (como Jeremias) criticou os pretensos
“profetas” que alimentavam uma esperança ilusória no povo. Incompreendido por
muitos, Ezequiel provou a hostilidade e o desprezo de seus irmãos israelitas no exílio.
Apesar de tal sofrimento, o amor de Ezequiel pelo seu povo não diminuiu! Ele
criticou os chefes que deliberavam contra os mandamentos de Deus e tentou reconduzir
seu povo ao Senhor, salientando que Deus permanece fiel à aliança estabelecida com o
povo – com o qual Ele mesmo é solidário. Mas especialmente, nesta situação
aparentemente sem solução, Ezequiel não se desesperava! Ao contrário: proclamava
com convicção a mensagem de renovação e unidade do povo de Deus. Afirmava que o
projeto desejado por Deus para todos poderia, de fato, realizar-se.
Duas visões encorajavam Ezequiel nas suas dificuldades. Na primeira visão, que
se tornou bastante conhecida, os ossos ressequidos e dispersos no vale retomam a vida
e se juntam, pela ação do Espírito do Senhor (cf. Ez 37, 15-23). Na segunda visão, dois
pedaços de madeira voltam a unir-se, numa referência ao Israel dividido. Esta é a
profecia donde a Semana de Oração de 2009 toma o tema “Unidos em suas mãos”: na
visão de Ezequiel os pedaços de madeira simbolizam os dois reinos nos quais Israel foi
dividido. Os nomes das tribos de cada um desses dois reinos foram escritos sobre os
pedaços de madeira: duas tribos no reio do Norte; dez no reino do Sul. Os pedaços de
madeira são posteriormente aproximados, para formar apenas uma peça (Ez 37, 15-23).
Para Ezequiel, a divisão de seu povo era o reflexo e a conseqüência do pecado e
do afastamento de Deus. Formar novamente um único povo era possível, na condição de
renunciar ao pecado, de converter-se e de voltar para Deus. Mas definitivamente, é Deus
que une seu povo, purificando-o, renovando-o e libertando-o de suas divisões. Para
Ezequiel, esta unidade não é uma simples aproximação de grupos antes separados.
Trata-se bem mais de uma nova criação: o nascimento de um povo novo, que deveria
ser sinal de esperança para os demais povos e para toda a humanidade.
Reencontramos o tema da esperança em outro texto, muito precioso para as Igrejas da
Coréia: Apocalipse 21,3-4. Aqui se menciona a purificação do povo de Deus, chamado a
encarnar a paz verdadeira, a reconciliação e a unidade – em cuja plenitude o próprio Deus
reside: “Ele habitará com eles. Eles serão seu povo e ele será o Deus que está com eles. Ele
enxugará toda lágrima de seus olhos. Já não haverá morte. Não haverá mais luto, nem pranto,
nem sofrimento”. Daí os temas bíblicos que inspiraram as Igrejas da Coréia na presente
sugestão para a Semana de Oração 2009: a unidade como vontade de Deus para seu povo; a
unidade como dom de Deus, que nos pede conversão e renovação; a unidade como nova
criação; a esperança de que o povo de Deus enfim seja “um”.

Uma outra verdade inconveniente...

A Adriana Vaz, que pertence à comunidade paroquial de Vila Fernando, escreveu esta crónica no jornal da sua escola. Fica aqui publicada a partilha que ela fez com os seus colegas e que agora partilha também com todos nós.

Como é que se consegue ser tão tradicional ao ponto de não se ligar ao essencial?

Estamos na véspera de Natal, e nem a propósito! Um desabafo sobre aquilo que antecede e que acompanha uma época que, ao que parece, é tão especial para quase toda a gente! Mas será assim tão especial devido ao verdadeiro significado do Natal? Pois é! Afinal para que serve tanta propaganda antes do dia 25 de Dezembro? É que um mês antes «rebenta» sempre uma verdadeira bomba de publicidade: de brinquedos, de chocolates, de telemóveis, enfim, uma lista interminável de coisas! Mas em todo isto eu só vejo hipocrisia, ainda nem se quer ouvi nem vi o nome “Jesus” neste negro enfeite natalício! Como é possível, certas e determinadas pessoas, servirem-se de um acontecimento como “o nascimento de Jesus”, estando sempre a milhas do seu verdadeiro significado, para fins lucrativos? Uma questão cuja resposta não consigo entender…

É também na véspera Natalícia que nos deparamos sempre com perguntas acerca da dádiva e da oferta de presentes, mas na realidade, são poucos os que sabem por que se dão e por que se recebem presentes no Natal, se lhes perguntarmos corremos o risco de ouvir uma resposta do género: “Por que é tradição!”.

Uma das coisas que me faz confusão é, também, o facto de uma grande parte dos cristãos católicos praticantes (pelo menos é o que dizem ser!) só porem os seus ricos pezinhos na Igreja no dia em que se celebra o nascimento de Jesus Cristo. Impressionante, não é? Eu também pergunto: porquê? Mas tenho noção de que é uma interrogação retórica, já toda a gente sabe a resposta: «Porque é tradição, porque fica bem, porque é um dia diferente, porque há que se mostrar a fatiota nova, porque parece bem!»

Eu não tenho nada a ver com o que este género de pessoas fazem ou deixam de fazer, mas uma coisa é certa, e disto tenho eu a firme certeza: se cada um de nós desse mais valor à essência dos factos, se nos libertássemos do que é habitual, de pensamentos e acções feitas pelos outros, isto é, se fossemos originais e se cortássemos a tradição quando não acreditamos na sua verdadeira razão de ser, seríamos um pouquinho mais felizes.

Desejo que todos os que estão a ler esta crónica tenham um feliz Natal, com tudo de bom, sem me esquecer de lhes desejar muitos presentinhos e sem me esquecer de dizer que fico à espera de que se lembrem, nesta época natalícia, da grande razão de ser de tudo o que se passa à sua volta que remete para a palavra “NATAL”!

Crónica realizada por:

Adriana Vaz

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Carta ao Menino Jesus

Olá, Menino Jesus!

Anteontem, na escola escrevemos um email ao Pai Natal, no computador novo que temos, o Magalhães. De ti ninguém falou nem ninguém sabe a direcção!!!
Não sei se esta carta chegará às tuas mãos, mas lembrei-me de a deixar aqui na igreja, onde às vezes vinha com minha avó, a rezar-te, aqui ao pé desta portinha, com um nome esquisito, onde há sempre uma vela acesa. Ela rezava sempre a olhar para aí!
Por isso lembrei-me de te avisar e te dizer que não vale a pena vires cá este ano passar o Natal. Porque já ninguém te liga, sabes?! P’ra já, quem nos traz os presentes é o Pai Natal e ele é muito mais interessante do que tu: tem umas barbas compridas que fazem cócegas quando nos pega ao colo; e as fotografias com ele, no centro comercial ficam muito giras!
Além disso o presépio já não se usa: a árvore e as luzes é que são bonitas! Em Lisboa até fazem uma muito alta, que dá na televisão e toda a gente lá vai a ver. E até na Guarda, se visses aquela estrela que fizeram na Praça e os enfeites no novo centro comercial, ficavas admirado!
E, sabes, agora também já não se cantam tanto aquelas músicas tradicionais: agora só ouvimos a Popota, a Leopoldina, e todos querem ver aquele filme de animação que saiu este ano. Isso é que é divertido!
Olha: É verdade que tu nasceste numa loja de animais? Devia ser cá um cheirete!! Agora isso só se vê na televisão, quando mostram aqueles de África!... Dizem que a culpa é dos americanos e dos terroristas! Não se entendem! Cá na minha casa está tudo limpinho e não falta nada. Já tenho televisão no quarto, play station e computador. Já nem preciso ir brincar para a rua. Quando quero brincar e falar com os amigos tenho o telemóvel e já estou a aprender a usar o mensageiro, com câmara e tudo, para ver os meus amigos. Ao princípio ainda ia à missa ao domingo e à catequese e no fim jogávamos à bola. Agora, é mais simples ficar em casa. E meus pais também não se importam; até concordam! Assim não têm de ir levar-nos e buscar-nos. E eles bem gostam de ficar na cama ao domingo… quando o meu pai não vai à caça ou a andar de bicicleta!
E a catequese para que é?! Os meus amigos já não vão lá! E a minha festa de anos até foi maior e mais fixe, com mais presentes, do que a festa da 1ª comunhão do meu amigo, que me convidou. E o Estado diz que agora, o que importa é saber inglês, saber “andar na internet”, fazer desporto. É por isso que a minha irmã mais velha também já deixou a aula de Moral na escola: diz que aquilo já não faz falta e assim passa mais um bocado no “clube dos morangos”. Arranjou lá uns amigos! Se tu soubesses!! Nem te digo nada! Nem meus pais sabem algumas coisas!
Uma vez vi num filme que, logo em pequeno, um rei vos perseguiu e quis matar. Foi verdade?? Mas também tiveste problemas com os teus pais, ou quê? É que agora, por cá, também há para aí muita confusão dessa: há crianças que o Estado tira aos pais porque os pais lhes dão umas bofetadas; há crianças, ainda da minha idade que o Estado tem de entregar a outras pessoas porque já maltratam os pais e os professores na escola; alguns colegas mais velhos exigem dinheiro aos outros para fumar – e se não dão levam logo uns pontapés (há dias, um até mostrou uma navalha!). Isto por cá não anda nada bem! Este ano até já tivemos vários feriados por causa das greves.
Ah! É verdade que o S.José não era teu pai verdadeiro? Então também já era como agora?! Tenho alguns colegas que só têm mãe; outros já têm outro pai e outro irmão que não é irmão; um amigo mais velho até disse que agora também já há crianças que têm duas mães, outras dois pais… a viver juntos! Que confusão !!
Olha Jesus, não te maces a vir cá no Natal. Nós costumávamos ir beijar-te, na missa. Mas agora é às 9,30: não dá para ir; às 11 a TV dá aqueles bonecos que eu gosto muito; e até minha avó já gosta mais da missa da TV,…diz que é igualzinha, é como se estivesse lá! Às 12,30 é hora de almoçar, pois vêm cá os meus tios e primos de Lisboa… e à tarde vou jogar o novo jogo que me vai trazer o pai natal.
Bem: tenho de ir. Olha, passa boas festas, talvez em algum país mais pobre ou com alguns sem abrigo que ainda achem giro um natal à antiga… pois nós cá, já somos um país moderno, tecnológico, como diz o nosso professor de computadores. Passa bem! Adeus!

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Diocese e Arciprestado do Rochoso em festa


Hoje, dia 8 de Dezembro, solenidade da Imaculada Conceição, o nosso Arciprestado do Rochoso vai estar de festa, pois um seu filho (Penedo da Sé - Marmeleiro) vai receber na Sé da Guarda, às 16h00m, a Instituição no Ministério de Leitor. Este é mais um passo que ajudará o Rui Barroco Calçada a crescer e a caminhar em direcção Ao "sim" total a Deus abrançando o sacerdócio. Consigo será ordenado um novo Padre, Valter Duarte, natural de Cantar-Galo (Covilhã) e dois Diáconos: o Celso que é natural do Barco (Covilhã) e o Hugo que é natural de Celorico da Beira. Para eles hoje pedimos a intercessão de Maria, Mãe Santíssima, numa ajuda diária a dizerem sempre sim a Deus!

terça-feira, novembro 18, 2008

1ª Viagem de S.Paulo









Da Miuzela a Pai Lobo
Foi já no passado 19 de Outubro. Para início do ano de catequese algumas crianças e jovens; pais e avós; pessoas que quiseram participar... revivemos a 1ª viagem de S.Paulo. Lemos o texto de Act.Ap. em lugares oportunos, rezámos, cantámos... fizemos algumas "brincadeiras" com mensagem oportuna e a condizer com o texto ou o lugar de passagem : o mago que ficou cego; passagem ao outro lado..."da ribeira"; conversões em Antioquia - a "descoberta do tesouro", do Reino; apedrejamento de Paulo e Barnabé em Icónio... o anúncio da Boa Nova aos 7 idosos de Pai Lobo - bem coxos por sinal. Depois de breve convívio e oração na capela local regressámos à Miuzela...não sem antes matarmos a sede no "Poço de Jacob" e termos visitado as várias sepulturas antropomórficas perto do apeadeiro da Miuzela.

segunda-feira, novembro 10, 2008

Semanda dos Seminários 2008


Estamos na Semana dos Seminários e todos são convidados a ter uma oração mais profunda pelos nossos Seminários Diocesanos (Maior, na Guarda e Menor, no Fundão). No próximo Domingo, 16 de Novembro, o peditório nas Eucaristias reverterá a favor destas casas que preparam os futuros sacerdotes da Diocese e ajudam a fazer um discernimento vocacional mais intenso e profundo.

terça-feira, outubro 28, 2008

Todos os Santos - Fiéis Defuntos

Celebramos em festa, neste Sábado, Todos os Santos...aqueles que desde o baptismo viveram com Cristo, sofreram e morreram com Cristo e, por isso, cremos, reinam agora com Cristo...Felizes!

Celebramos no Domingo, dia 2, aqueles irmãos que, gozando já da Salvação, precisem ainda de alguma "purificação", de algum amadurecimento e crescimento no Amor que lhes permita participar na plenitude da Comunhão com Deus e todos os Santos.

Caindo este ano o dia 2 ao Domingo e, por isso, estando as pessoas disponíveis nesse dia, fazemos a tradicional romagem ao cemitério de preferência no dia 2, Domingo, como é próprio, no final da Eucaristia, nos horários marcados (1º Domingo - veja horários abaixo).

Assim: Sábado: 9,30 Monte Margarida; 15 h Seixo; 16,30 Valongo;

Domingo: 9,30: Rochoso e Marmeleiro; 11h :Miuzela, Parada e Pousade ; 12,30: Cerdeira; 15 h:Porto de Ovelha

sábado, outubro 25, 2008

Nas paróquias confiadas ao Pe Ângelo Martins as celebrações do Dia de Todos os Santos e dos Fiéis defuntos são seguidas de Romagem ao Cemitério. Ficam assim distribuída sas celebrações nos dois dias em que o pároco faz as romagens:

Dia 1 de Novembro
Solenidade de Todos os Santos
09h30m - Adão
11h00m - Vila Garcia
12h30m - Vila Fernando
14h00m - Aldeia Sta Madalena
15h00m - Carvalhal Meão, Pe Joaquim Dinis
16h00m - Gagos
Na Comunidade dos Monteiros a Romagem será às 09h00m acompanhada pelo Diácono António Diogo.

Dia 2 de Novembro
Comemoração dos Fiéis Defuntos
09h30m - Albardo
11h00m - Castanheira
12h30m - Casal de Cinza
15h00m - Gata


quarta-feira, outubro 22, 2008

domingo, outubro 19, 2008

82.º DIA MISSIONÁRIO MUNDIAL


Espírito Santo,

que desceste sobre os Apóstolos
e os fizeste anunciadores do Evangelho:

derrama os teus dons sobre cada um de nós
e torna-nos sensíveis aos apelos
e às necessidades dos nossos irmãos;

desperta em muitos corações
(crianças, jovens e adultos...)
o ideal missionário;

dá força e coragem a todos quantos
se entregaram totalmente
ao serviço da MISSÃO.

Amen

terça-feira, outubro 14, 2008

Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial das Missões 2008


"SERVOS E APÓSTOLOS DE JESUS CRISTO"


Queridos irmãos e irmãs


Por ocasião do Dia Missionário Mundial, gostaria de vos convidar a reflectir acerca da urgência que subsiste em anunciar o Evangelho inclusivamente nesta nossa época. O mandato missionário continua a constituir uma prioridade absoluta para todos os baptizados, chamados a ser "servos e apóstolos de Jesus Cristo" neste início de milénio. O meu venerado Predecessor, o Servo de Deus Paulo VI, já afirmava na Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandii, que "evangelizar constitui, de facto, a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade" (n. 14). Como modelo deste compromisso apostólico, apraz-me indicar particularmente São Paulo, o Apóstolo das nações, uma vez que no corrente ano celebramos um Jubileu especial a ele dedicado. Trata-se do Ano Paulino, que nos oferece a oportunidade de nos familiarizar com este insigne Apóstolo, que recebeu a vocação de proclamar o Evangelho aos gentios, em conformidade com o que o Senhor lhe tinha anunciado: "Vai! Porque te envio para longe, para junto dos pagãos" (Act 22, 21). Como deixar de aproveitar a oportunidade oferecida por este Jubileu especial às Igrejas locais, às comunidades cristãs e a cada um dos fiéis separadamente, para propagar até aos extremos confins do mundo "o anúncio do Evangelho, força de Deus para a salvação de todo aquele que acredita" (cf. Rm 1, 16)?


1. A humanidade tem necessidade de libertação A humanidade tem necessidade de ser libertada e redimida. A própria criação, afirma São Paulo, sofre e nutre a esperança de entrar na liberdade dos filhos de Deus (cf. Rm 8, 19-22). Estas palavras são verdadeiras também no mundo de hoje. A criação sofre. A humanidade sofre e espera a verdadeira liberdade, aguarda um mundo diferente, melhor; espera a "redenção". E, em última análise, sabe que este novo mundo, esperado, supõe um homem novo, supõe "filhos de Deus". Vejamos mais de perto a situação do mundo de hoje. Se, por um lado, o panorama internacional apresenta perspectivas de um desenvolvimento económico e social promissor, por outro, chama a nossa atenção para algumas graves preocupações no que diz respeito ao próprio porvir do homem. Em muitos casos, a violência caracteriza os relacionamentos entre os indivíduos e os povos; a pobreza oprime milhões de habitantes; as discriminações e às vezes até as perseguições por motivos raciais, culturais e religiosos impelem numerosas pessoas a fugir dos seus países para procurar refúgio e salvaguarda noutras paragens. Quando não tem como finalidade a dignidade e o bem do homem, quando não tem em vista um desenvolvimento solidário, o progresso tecnológico perde a sua potencialidade de factor de esperança e, pelo contrário, corre o risco de agravar os desequilíbrios e as injustiças já existentes. Além disso, há uma ameaça constante no que se refere à relação homem-meio ambiente, devido ao uso indiscriminado dos recursos, com repercussões sobre a própria saúde física e mental do ser humano. Depois, o futuro do homem é posto em risco pelos atentados contra a sua vida, atentados estes que adquirem várias formas e modalidades. Diante deste cenário, "sentimos o peso da inquietação, agitados entre a esperança e a angústia" (Constituição Guadium et Spes, 4) e, preocupados, interrogamo-nos: o que será da humanidade e da criação? Existe esperança para o futuro, ou melhor, há um futuro para a humanidade? E como será este futuro? A resposta a estas interrogações vem-nos do Evangelho. Cristo é o nosso futuro e, como escrevi na Carta Encíclica Spe Salvi,o seu Evangelho é a comunicação que "transforma a vida", incute a esperança, abre de par em par as portas obscuras do tempo e ilumina o porvir da humanidade e do universo (cf. n. 2). São Paulo compreendeu bem que somente em Cristo a humanidade pode encontrar a redenção e a esperança. Por isso, sentia ser premente e urgente a missão de "anunciar a promessa da vida em Jesus Cristo" (2 Tm 1, 1), "nossa esperança" (1 Tm 1, 1), a fim de que todos os povos possam partilhar a mesma herança e tornar-se participantes da promessa por meio do Evangelho (cf. Ef 3, 6). Ele estava consciente de que, desprovida de Cristo, a humanidade permanece "sem esperança e sem Deus no mundo (Ef 2, 12) sem esperança porque sem Deus" (Spe Salvi, 3). Com efeito, "quem não conhece Deus, mesmo que possa ter muitas esperanças, no fundo está sem esperança, sem a grande esperança que sustenta toda a vida (cf. Ef 2, 12)" (Ibid., n. 27).


2. A Missão é uma questão de amor Por conseguinte, anunciar Cristo e a sua mensagem salvífica constitui um dever premente para todos. "Ai de mim, afirmava São Paulo, se eu não anunciar o Evangelho!" (1 Cor 9, 16). No caminho de Damasco, ele tinha experimentado e compreendido que a redenção e a missão são obra de Deus e do seu amor. O amor de Cristo levou-o a percorrer os caminhos do Império Romano como arauto, apóstolo, anunciador e mestre do Evangelho, do qual se proclamava "embaixador aprisionado" (Ef 6, 20). A caridade divina tornou-o "tudo para todos, a fim de salvar alguns a qualquer custo" (1 Cor 9, 22). Considerando a experiência de São Paulo, compreendemos que a actividade missionária é a resposta ao amor com que Deus nos ama. O seu amor redime-nos e impele-nos rumo à missio ad gentes; é a energia espiritual, capaz de fazer crescer na família humana a harmonia, a justiça, a comunhão entre as pessoas, as raças e os povos, à qual todos aspiram (cf. Carta Encíclica Deus caritas est 12). Portanto é Deus, que é amor, quem conduz a Igreja rumo às fronteiras da humanidade e quem chama os evangelizadores a beberem "da fonte primeira e originária que é Jesus Cristo, de cujo Coração trespassado brota o amor de Deus" (Deus caritas est, 7). Somente deste manancial se podem haurir a atenção, a ternura, a compaixão, o acolhimento, a disponibilidade e o interesse pelos problemas das pessoas, assim como aquelas outras virtudes necessárias para que os mensageiros do Evangelho deixem tudo e se dediquem completa e incondicionalmente a difundir no mundo o perfume da caridade de Cristo.


3. Evangelizar sempre Enquanto a primeira evangelização em não muitas regiões do mundo permanece necessária e urgente, a escassez de clero e a falta de vocações afligem hoje várias Dioceses e Institutos de vida consagrada. É importante reiterar que, mesmo na presença de dificuldades crescentes, o mandato de Cristo de evangelizar todos os povos permanece uma prioridade. Nenhuma razão pode justificar uma sua diminuição ou uma sua interrupção, dado que "a tarefa de evangelizar todos os homens constitui a missão essencial da Igreja" (Paulo VI, Exortação Apostólica Evangelii Nutiandii,14). Esta missão "ainda está no começo e devemos empenhar-nos com todas as forças no seu serviço" (João Paulo II, Carta Encíclica Redemptoris Missio 1). Como deixar de pensar aqui no macedónio que, tendo aparecido em sonhos a Paulo, clamava: "Vem à Macedónia e ajuda-nos"? Hoje são inúmeros aqueles que esperam o anúncio do Evangelho, aqueles que se sentem sequiosos de esperança e de amor. Quantos se deixam interpelar profundamente por este pedido de ajuda que se eleva da humanidade: abandonam tudo por Cristo e transmitem aos homens a fé e o amor por Ele! (cf. Spe Salvi, 8).


4. "Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho!" (1 Cor 9, 16) Caros irmãos e irmãs, "duc in altum"! Façamo-nos ao largo no vasto mar do mundo e, aceitando o convite de Jesus, lancemos as redes sem temor, confiantes na sua ajuda constante. São Paulo recorda-nos que anunciar o Evangelho não é um título de glória (cf. 1 Cor 9, 16), mas uma tarefa e uma alegria. Estimados irmãos Bispos, seguindo o exemplo de Paulo, cada um se sinta "prisioneiro de Cristo em favor dos pagãos" (Ef 3, 1), consciente de que nas dificuldades e nas provações pode contar com a força que dele provém. O Bispo é consagrado não apenas para a sua diocese, mas para a salvação do mundo inteiro (cf. Carta Encíclica Redemptoris Missio 63). Como o Apóstolo Paulo, ele é chamado a ir ao encontro daqueles que estão distantes, dos que ainda não conhecem Cristo, ou que ainda não experimentaram o seu amor libertador; o seu compromisso consiste em tornar missionária toda a comunidade diocesana, contribuindo de bom grado, em conformidade com as possibilidades, para destinar presbíteros e leigos a outras Igrejas, para o serviço da evangelização. Assim, a missio ad gentes torna-se o princípio unificador e convergente de toda a sua actividade pastoral e caritativa. Vós, queridos presbíteros, primeiros colaboradores dos Bispos, sede pastores generosos e evangelizadores entusiastas! Não poucos de vós, ao longo destas décadas, partiram para os territórios de missão, a seguir à Carta Encíclica Fidei Donum, cujo 50º aniversário há pouco comemorámos, e com a qual o meu venerado Predecessor o Servo de Deus Pio XII deu impulso à cooperação entre as Igrejas. Formulo votos para que não esmoreça o ânimo missionário nas Igrejas locais, apesar da escassez de clero que aflige não poucas delas. E vós, amados religiosos e religiosas, caracterizados, dada a vossa vocação por uma forte conotação missionária, levai o anúncio do Evangelho a todos, especialmente aos que estão distantes, mediante um testemunho coerente de Cristo e um seguimento radical do seu Evangelho. Todos vós, prezados fiéis leigos que trabalhais nos diversos âmbitos da sociedade, sois chamados a participar na difusão do Evangelho de maneira cada vez mais relevante. Assim, abre-se diante de vós um areópago complexo e multifacetado a ser evangelizado: o Mundo. Dai testemunho, com a vossa própria vida, do facto de que os cristãos "pertencem a uma sociedade nova, rumo à qual caminham e que, na sua peregrinação, é antecipada" (Spe Salvi 4).


5. Conclusão Caros irmãos e irmãs, que a celebração do Dia Missionário Mundial encoraje todos vós a tomar uma renovada consciência da urgente necessidade de anunciar o Evangelho. Não posso deixar de destacar, com profundo apreço, a contribuição das Pontifícias Obras Missionárias para a acção evangelizadora da Igreja. Agradeço-lhes o apoio que oferecem a todas as Comunidades, de maneira especial às mais jovens. Elas constituem um válido instrumento para animar e formar missionariamente o Povo de Deus, e alimentam a comunhão de pessoas e de bens entre os vários membros do Corpo místico de Cristo. A colecta, que no Dia Missionário Mundial se realiza em todas as paróquias, seja um sinal de comunhão e de solicitude recíproca entre as Igrejas. Enfim, que no povo cristão se intensifique cada vez mais a oração, meio espiritual indispensável para difundir no meio de todos os povos a luz de Cristo, "a luz por antonomásia" que resplandece sobre "as trevas da história" (Spe Salvi, 49). Enquanto confio ao Senhor a obra apostólica dos missionários, das Igrejas espalhadas pelo mundo e dos fiéis comprometidos em várias actividades missionárias, invocando a intercessão do Apóstolo Paulo e de Maria Santíssima, "Arca da Aliança viva", Estrela da evangelização e da esperança, concedo a todos a Bênção apostólica.

Vaticano, 11 de Maio de 2008.

BENTO XVI

quarta-feira, outubro 08, 2008

Conselho Arciprestal de Catequese


Dia 12 de Outubro, Domingo,
às 15h30m no Salão Paroquial do Rochoso,
será a reunião do Conselho Arciprestal de Catequese composto pelos catequistas nomeados de cada uma das paróquias que estiveram presentes no arranque do ano pastoral catequético com o Departamento Diocesano da Catequese de Infância e Adolescência.

quarta-feira, outubro 01, 2008

Conclusões das JORNADAS DE PASTORAL DIOCESANAS


Guarda lembrou legado de D. João de Oliveira Matos e Mons. Joaquim Alves Brás


Nos dias 26 e 27 de Setembro, no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos, na Guarda, reuniram-se duas centenas e meia de cristãos (Sacerdotes, agentes de Pastoral e membros da Liga dos Servos de Jesus e da Família Blasiana) para reflectirem sobre a actualidade dos Servos de Deus, D. João de Oliveira Matos e Mons. Joaquim Alves Brás, e delinear os principais desafios pastorais que dos respectivos carismas se colocam à Igreja Diocesana e às comunidades cristãs. As reuniões de grupo reflectiram e tiraram as seguintes conclusões:


1. Santidade/Baptismo

A vocação à santidade ocupou na vida os Servos de Deus o primeiro lugar na sua vida pessoal e nas Obras por eles fundadas. Quanto a nós, a santidade, a nível comunitário deve promover uma vida de comunhão com Deus mais intensa e, a nível individual, a santidade consiste em viver na graça de Deus, fazendo a Sua vontade e pelo amor ao próximo.

Os Servos de Deus são para nós modelos de oração, escuta da Palavra, humildade e serviço aos mais pobres. Ser santo é fazer do ordinário o extraordinário.


2. Missão dos leigos na Igreja

As paróquias não têm a devida preocupação com a formação cristã dos leigos. Há a preocupação com a iniciação cristã das crianças e, em algumas paróquias, aposta-se na formação cristã dos adultos.

A crise de fé que hoje atravessa a Igreja tem também ter o seu fundamento na falta de formação dos leigos.

É, pois, necessário formar os leigos para, em conjunto com os párocos, assumirem a missão da Igreja. Para isso, é muito importante existirem planos de formação para leigos a nível arciprestal e paroquial. É a hora dos leigos assumirem o seu Baptismo, de se envolverem na vida das suas comunidades e de tomarem iniciativas nos vários campos de apostolado.


3. Eucaristia

Os Servos de Deus colocaram a Eucaristia no centro das suas vidas e das suas Obras. Este parece-nos ser o maior desafio colocado hoje às nossas comunidades cristãs.

Apesar de termos dado passos muito positivos na formação litúrgica, nota-se ainda a falta de uma formação de base em muitos cristãos sobre o valor da Eucaristia. Torna-se necessário, por isso, uma preparação cuidada da Eucaristia dominical. Deve-se dar uma atenção especial à participação das crianças e dos jovens na Eucaristia. Ao mesmo tempo que formamos as crianças da catequese, devemos também ajudar os pais a participarem mais conscientemente na Missa do Domingo.


4. Virtudes humanas e cristãs

Para superarmos o divórcio entre a fé e a vida, um dos maiores dramas do nosso tempo, devemos inspirar-nos na vida dos Servos de Deus. Eles souberam unir a contemplação e a acção através de um amor intenso aos mais necessitados, vendo neles o próprio Deus. Foram homens de uma grande humanidade manifestada nas virtudes da caridade, da humildade, amor à verdade, da simplicidade e de uma entrega sem reservas a Deus e ao próximo. Para eles o amor a Deus era inseparável do amor ao próximo.


5. Sentir com a Igreja

Sentir com a Igreja é viver numa comunhão intensa com os seus pastores, ajudar a mesma Igreja a renovar-se, a converter o negativo em positivo, a ter a consciência de que a Igreja é a casa comum de todos os baptizados.

Para isso, exige-se disponibilidade na missão da Igreja, ser testemunha de Cristo, viver com simplicidade, empenharmo-nos na vida das paróquias, mostrar que nos amamos à maneira dos primeiros cristãos. O serviço aos mais necessitados (pobres e doentes) deve caracterizar a vida das comunidades cristãs.

Nesta consciência de sermos Igreja não devemos esquecer os que não acreditam ou se afastaram da vida cristã. Eles interpelam-nos a intensificar o nosso testemunho cristão e a descobrirmos caminhos novos de evangelização.


6. Família

Constatamos na nossa sociedade uma mentalidade cada vez mais hostil à família, tal como a entendemos e como a Igreja a defende: “comunidade de vida e de amor”.

É necessário remar contra a corrente através da formação dos noivos e do apoio aos jovens casais. Sentimos as dificuldades das famílias de hoje (emprego, casa própria, educação dos filhos...) e pensamos que as nossas paróquias e demais instituições têm ainda muito a fazer na pastoral familiar.

A família deve ser um dos campos prioritários da nossa acção pastoral. Nela devemos investir os melhores recursos, porque a família está presente em todos os âmbitos da vida da sociedade e da Igreja.


7. Os retiros

Foi unânime a opinião de que os retiros são momentos fortes de encontro com Deus, connosco e com os outros. Os retiros devem ocupar na nossa vida, tal como em D. João e Mons. Brás, um lugar central. Os retiros são momentos de formação, de revisão de vida e de discernimento vocacional, quer em ordem à consagração quer em ordem ao matrimónio. Devíamos intensificar na nossa pastoral os retiros a todo o povo de Deus. Os retiros são um meio eficaz de apostolado e de aprofundamento do mistério de Deus e do homem.


8. Vocações de Consagração

O melhor meio de promoção vocacional é o testemunho alegre e generoso de uma vida entregue ao serviço de Deus. Devemos ajudar as famílias a apreciarem e ajudarem a crescer as vocações de consagração nascidas no seu seio. A catequese das crianças e, sobretudo, a dos jovens, são momentos muito importantes para este despertar vocacional.

A valorização do ministério sacerdotal passa por ver nos sacerdotes “outro Cristo”, colaborarmos com eles nas várias iniciativas de apostolado, rezarmos por eles e reconhecer que o sacerdócio ministerial é constitutivo da missão da Igreja.

O testemunho de entrega e abnegação dos sacerdotes é fundamental para um despertar vocacional nas comunidades cristãs. Eles próprios são, pela sua vida e pela sua palavra, agentes privilegiados desta nova cultura vocacional que é necessário intensificar na vida da Igreja.


9. Catequese e Apostolado

A Palavra de Deus deve ocupar o primeiro lugar na iniciação cristã. A formação a todos os níveis é uma urgência do nosso tempo. A formação supõe, antes de mais, uma vida coerente com o Evangelho e a necessidade de promovermos os mais variados itinerários formativos para todas a idades. Ser apóstolo é constitutivo da vida cristã.

A vida cristã nas paróquias, na formação e na prática da fé, precisa, cada vez mais, do contributo da vida consagrada e dos movimentos laicais, através de uma colaboração recíproca.

Os campos prioritários na vida de apostolado são a família e os jovens.

quinta-feira, setembro 25, 2008

Conselho Arciprestal de Catequese


Domingo, dia 28 de Setembro, às 15h00m no Salão Paroquial do Rochoso, reunem-se todos os catequistas do Arciprestado do Rochoso para o Primeiro CAC.

Neste dia:
1. irá ser eleito um catequista representante de cada paróquia,
2. será programado o ano pastoral catequético para todo o arciprestado,
3. serão ainda uniformizadas as formas de orientar a catequese paroquial,
4. será feita uma apresentação dos novos catecismos
5. uma sondagem sobre a formação necessária a ser dada ao longo do ano para os catequistas.

Pede-se ainda às pessoas da nossa comunidade que estiverem disponíveis para exercer o serviço de catequista na comunidade a coragem necessária para estar presente neste dia.

segunda-feira, setembro 01, 2008

Bispo da Guarda quer diocesanos comprometidos com moral cristã

Durante a peregrinação da Diocese da Guarda a Fátima, em entrevista à Agência Ecclesia, D. Manuel Felício indica que a formação de adultos e crianças é uma aposta da diocese

D. Manuel Felício quer cristãos comprometidos que ajam de acordo com a consciência moral cristã. “A fé ou se baseia numa moral consequente ou então não é uma verdadeira fé”, explica o Bispo da Guarda à Agência ECCLESIA.
D. Manuel Felício aponta que o povo da Guarda é mais voltado para práticas religiosas, festivas e tradições ancestrais do que para a formação na fé. “Mesmo a catequese nas crianças tem de ser sempre incentivada”, aponta o Bispo que afirma que não sendo tradicional, as pessoas entendem que “não precisam e podem passar sem formação”.
O bispo diocesano explica que o investimento ao longo dos últimos anos tem incidido na necessidade de formação na fé para todas as idades. “Sem uma formação séria e permanente na fé, as comunidades perderiam a força na sociedade em que nos encontramos”, explica. Sendo a formação uma prioridade para todas as idades, o Bispo afirma que esta é a forma de “as comunidades terem uma presença actuante e eficaz nos ambientes onde nos inserimos. A evangelização dos ambientes é absolutamente necessária, mas só se pode evangelizar com pessoas formadas, decididas e preparadas”.
Não conseguindo ainda os objectivos “não desistimos de progredir neste caminho porque pensamos que será este o caminho que vai dar futuro à Igreja, às comunidades da fé e melhor prepara os cristãos”.
A exigência da moral cristã vai conduzir a diocese ao longo de todo o ano pastoral, que vai agora iniciar. A diocese da Guarda mantém a tradição de na ultima semana de Agosto peregrinar até ao Santuário de Fátima numa forma “de colocar o ano pastoral sob protecção de Nossa Senhora”. A ligação da diocese a Fátima é forte. D. Manuel Felício explica que a diocese dispõe de duas casas em Fátima “que foram criadas para acolher mas para manter a ligação entre as dioceses”.
O peregrinação foi vivida como um tempo forte de reconciliação. “Fátima é um forte apelo à reconciliação”. A tradição de iniciar o ano pastoral em Fátima é, segundo o bispo diocesano “uma tradição boa” e a resposta diocesana “tem coincidido com o apelo”, explica.

terça-feira, agosto 05, 2008

Diocese da Guarda inicia novo ano pastoral em Fátima

Mensagem de D. Manuel Felício para a peregrinação de 20 e 21 de Agosto

“Viver em Cristo - a Moral Evangélica” é o tema da peregrinação da Diocese da Guarda a Fátima, que terá lugar a 20 e 21 de Agosto. “Colocar o novo ano pastoral 2008-09 sob a protecção de Nossa Senhora” é o desafio apontado por D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, na mensagem para esta jornada de oração.

Vamos iniciar o novo ano pastoral 2008-09, peregrinando até ao Santuário de Fátima, nos próximos dias 20 e 21 de Agosto. Já faz parte do nosso calendário diocesano e da agenda pessoal de cada um de nós reservar, na penúltima semana de Agosto, as suas quarta e a quinta-feiras para a peregrinação da Diocese da Guarda a Fátima. Não fazemos a recomendação formal para que esta seja uma peregrinação a pão e água, como em anos anteriores já aconteceu. Mas convidamos para que seja uma verdadeira peregrinação, com espaços fortes de silêncio e de oração pessoal, tanto durante a permanência no Santuário como durante a viagem de ida e de regresso. Queremos que seja também um tempo de reconciliação, aproveitando a oferta da celebração penitencial com confissão individual que está no programa; um tempo de adoração eucarística na vigília que também está prevista; uma ocasião para, sobretudo na Eucaristia Solene, oferecermos, por Maria a Jesus, o nosso propósito de vivermos e ajudarmos a viver com entusiasmo o novo ano pastoral.

Queremos pedir a Nossa Senhora que ajude toda a nossa Diocese, no conjunto das suas mais de 360 paróquias, 15 arciprestados e 4 zonas pastorais, a ser, ao longo de todo este novo ano, uma verdadeira Escola de Fé. Escola de Fé onde o Mestre é Cristo e todos nós somos os alunos; onde os catequistas, motivados, formados e acompanhados por nós sacerdotes, são os directos colaboradores deste único Mestre que é Cristo; uma Escola de Fé onde o programa é sempre o Evangelho, mas traduzido para o mundo actual através do Catecismo da Igreja Católica. E, ao longo deste ano, queremos que esse programa seja principalmente a terceira parte do Catecismo da Igreja Católica sobre a Moral Cristã; uma Escola de Fé onde, por isso, o compêndio é o próprio Catecismo da Igreja Católica, completado pelo seu resumo oficial e pelo texto que estamos a preparar para enviar para as paróquias e colocar nas mãos dos fiéis.

A experiência diz-nos que não vai ser fácil, ao longo deste ano pastoral, progredir pelo caminho que há-de fazer da nossa Diocese e das suas diferentes comunidades verdadeiras escolas de Fé. Mas sentimos que essa é a chamada que o Senhor nos faz; e da capacidade que hoje tivermos para descobrir catequistas, motivá-los, formá-los e também motivarmos os fiéis de prática dominical regular para serem verdadeiros discípulos missionários depende o futuro da nossa Diocese e das suas diferentes comunidades de Fé.

Vamos pedir a Nossa Senhora de Fátima que abençoe todos os nossos agentes pastorais, a começar por nós sacerdotes, mas também as diferentes comunidades religiosas que temos espalhadas pela Diocese e outras comunidades e leigos de vida especialmente consagrada no meio do mundo que também temos, os catequistas que já temos e outros que possamos vir a descobrir e a formar ao longo do ano para lançarmos mãos à obra, confiados em que o Senhor, único Bom Pastor, vai à nossa frente, a convidar-nos para percorrer com renovada esperança os caminhos da nova evangelização”.


quarta-feira, julho 30, 2008

Dá que pensar!



Acabo de ouvir a notícia: o clube de futebol de Hamburgo já criou um cemitério anexo ao seu estádio para sepultar os adeptos mais fanáticos e que tenham posses... Porque havia muitos a pedir que as suas cinzas fossem espalhadas no campo e outros a pedir sepultura debaixo da "marca de grande penalidade".

Aí está o passo final para a consagração da nova religião, o Futebol. Os estádios já são chamados "catedrais"! Os adeptos e claques já vivem a sua "mística"! Os astros da bola são "adorados"! Os espectáculos de futebol são rituais grandiosos e galvanizantes! O futebol é o "Messias Salvador" da honra e economia de um país ! Beber o champanhe pela Taça da vitória é o sonho de todo o jogador!

Só faltava arranjar um "céu", um lugar para o "eterno descanso" do desportista ou adepto. Que melhor céu para um adorador do futebol que ser sepultado no, ou junto do estádio das suas glórias?! Para viver eternamente na memória do clube!

Que descansem em paz! Prefiro Adorar a Deus e viver eternamente no coração de Deus-Amor-Família- Trindade.

Dá que pensar"!


Ontem, no telejornal, noticiavam e faziam reportagem sobre a crescente moda de frequentar ginásios para aprender técnicas de defesa pessoal e combate.
Fiquei a pensar: acabámos com a educação cívica e moral que procurava incutir respeito pelos outros, não violência, convivência pacífica ... e agora aprendemos técnicas de defesa pessoal e combate.
Sinais do nosso tempo...pouco positivos, infelizmente.

sábado, junho 28, 2008

Festival JOTA


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1

Regulamento
Passatempo Festival Jota e Ecclesia

És Criativo? Tens boas ideias? És louco por cinema e vídeo? Gostas de filmar?
Então concorre a este passatempo e habilita-te a vários prémios!

O que procuramos?
Filmes que divulguem a segunda edição do Festival JOTA.

Como participar?
Basta que nos envies quanto antes um pequeno vídeo feito por ti que divulgue o festival JOTA.
Podes enviar a tua participação através do e-mail: festivaljota@gmail.com

Sugestão: Se o vídeo exceder os 10MB usa o site www.yousendit.com. Basta que te registes (é rápido e gratuito) para poderes enviar ficheiros superiores a 20 Mb.
Junto com o vídeo, envia os teus dados pessoais e cópia do BI.
Todos os vídeos recepcionados serão colocados no youtube.

Como serão escolhido o ou os vencedores?
O vencedor será escolhido pela organização do Festival Jota e pela Ecclesia com a ajuda dos internautas.
Haverá prémios para os cinco melhores filmes
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1º- Divulgação do vídeo no programa Ecclesia (RTP2) + 1 bilhete VIP para o Festival Jota 2008
2º- 1 inscrição + 1 refeição grátis
3º- 2 refeições grátis,
4º- Kit do Festival
5º- t´shirt do Festival
N.B: O filme que, no youtube, contabilizar mais acessos, terá um prémio-surpresa.

Faz uma fita e participa!
Não percas esta oportunidade!

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CURTAS
1. Queres ser voluntário no festival JOTA 2008? _aqui

2. Se quiseres cartazes para divulgar o festival na tua paróquia ou grupo contacta a organização.

quinta-feira, junho 26, 2008

D. MANUEL FELÍCIO CONVIDA A DIOCESE DA GUARDA A VIVER O ANO PAULINO


O Santo Padre Bento XVI convida toda a Igreja a viver um ano a aprender com S. Paulo, para comemorar os dois mil anos do seu nascimento. Ao coincidir este Ano Paulino com um ano em que se realiza o Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja, S. Paulo pode ajudar-nos, mais que ninguém, a redescobrir a centralidade de Cristo e da Palavra de Deus na nossa vida pessoal e comunitária.

Escolhido e enviado principalmente para evangelizar os pagãos, S. Paulo relembra à Igreja de hoje a sua responsabilidade na nova evangelização. De facto, para levar Cristo e o seu Evangelho ao encontro de todos os povos e culturas, ele soube encontrar novas linguagens, novo ardor, sobretudo inspi¬rado na sua paixão pela pessoa de Cristo e também os novos métodos que lhe foram inspirados pelo conhecimento de povos e culturas diferentes da cultura judaica onde nasceu a Fé Cristã.

Não há dúvida de que S. Paulo foi o maior evangelizador de todos os tem¬pos, tanto pela forma como fez o primeiro anúncio de Cristo como também pelos percursos de catequese que propôs às suas comunidades e fiéis centrados no Baptismo e na identificação com Cristo que ele supõe. Por isso, S. Paulo deixa-nos forte apelo para renovarmos a Iniciação Cristã que estamos a fazer nas nossas comunidades cristãs.

Lembro algumas ajudas com que podemos contar para vivermos este Ano Paulino:

1ª) O Livro que a Conferência Episcopal Portruguesa nos propõe com o título “Um ano a caminhar com S. Paulo”. Inclui uma proposta de meditação centrada num texto de S. Paulo para cada uma das 52 semanas do ano, que decorre entre 29 de Junho de 2008 e o mesmo dia de 2009. É para ser usado por cada pessoa individualmente, pelas famílias, pelas comunidades, pelos movimentos; para inspirar tríduos, novenas e acompanhar grupos de jovens ou adultos que se reunem com regularidade semanal ou mesmo outra. Haverá, a partir da próxima semana, exemplares na Cúria Diocesana, onde podem ser adquiridos.

2ª) As propostas de formação que, ao longo do ano pastoral 2008-09 estão previstas, quer para sacerdotes, quer para leigos, movimentos, paróquias ou grupos de paróquias, levem uma especial marca de S. Paulo e motivem para que, ao longo do ano, as cartas de S. Paulo sejam relidas e meditadas.

3ª) Os fiéis, na nossa Diocese, poderão ganhar indulgência plenária para si ou para alguém já falecido, na nossaa Sé Catedral ou em outras Igrejas que venham a ser indicadas para esse efeito, no dia 25 de Janeiro de 2009, dia da conversão de S. Paulo, que vai coincidir com o domingo e no dia do encerramento deste mesmo Ano Paulino.




Reunião de Comissões

REUNIÃO interparoquial das “Comissões da Igreja”

No passado domingo, das 15 às 17 h, no salão paroquial do Rochoso encontraram-se 30 responsáveis das paróquias (Comissões fabriqueiras ou de assuntos económicos), servidas pelo Pe.António Coelho. Presentes, representantes de Porto de Ovelha, Miuzela,Parada, Monte Margarida, Rochoso,Pousade, Marmeleiro, incluindo algumas anexas mais populosas (Qª Gonçalo Martins, Penedo da Sé, Peroficós).
O primeiro motivo e momento desta reunião foi apresentar o documento e projecto do sr.Bispo, que pretende formar em cada arciprestado um Conselho Arciprestal de Leigos para: 1) melhor conhecimento da realidade local; 2) fazer propostas e programas pastorais adaptados ao arciprestado; 3)estimular os organismos paroquiais existentes;4) coordenar e harmonizar a acção pastoral, demasiado marcada por algum bairrismo local e pouca comunhão eclesial.
É que o mundo está a mudar e a situação do nosso meio rural é o reflexo mais claro disso. O despovoamento das nossa paróquias, o seu envelhecimento, a mudança de hábitos e tradições, a perda da fé e da prática religiosa, a falta de sacerdotes … desafiam-nos a pensar e organizar a vida de outras maneiras; a unir esforços e planear a vida em dimensão interparoquial.
Num segundo momento reflectiu-se e o pároco lançou sugestões e orientações sobre algumas das tarefas que competem ao Conselho para Assuntos Económicos (Comissão da Fábrica da Igreja), já propostas na carta de convocação desta reunião:
-Actualidade e funcionalidade da presente comissão, ou necessidade de renovação.
-Organização interna e “autonomia” da Comissão.
-Obras de conservação e melhoramentos efectuadas…ou a efectuar.
-Legalização dos bens da Paróquia.
-Prestação anual de contas … Saldos de festas.
-Balanço…opinião…sugestões… sobre o serviço religioso prestado pelos sacerdotes…
-Outros assuntos que julgar convenientes.
Julgo ter sido uma reunião informal positiva,até pela novidade e riqueza de ser interparoquial.
As nossa paróquias dependem cada vez mais destas comissões centrais: a única nomeada oficialmente pelo sr.Bispo e reconhecida civilmente. Do seu amor e zelo pela paróquia; da sua capacidade de leitura das realidades presentes e abertura ao futuro; da sua capacidade de liderança e de aceitação pela paróquia …dependerá grandemente a vida cristã das nossas paróquias, pois que o pároco terá de reservar-se cada vez mais para as funções específicas que lhe competem …e porque, longe da paróquia, cada vez mais estará ausente para a gestão diária de alguns assuntos e problemas.
Por isso pedi a oração das comunidades para este encontro e peço agora a melhor aceitação, apoio e colaboração para estas comissões – presididas pelo pároco – sinal da comunhão paroquial que define a Igreja e elo de ligação ao nosso Bispo e à nossa igreja diocesana.

terça-feira, junho 24, 2008

Tarde S.João

24 de Junho.Tarde de S.João na casa de trabalho Jesus, Maria e José (Colégio-lar do Rochoso).


As adolescentes do "Colégio" fazendo o que mais gostam:dançar!


Crianças do infantário dançam a valsa.



A sardinha estava boa!


Pessoal trabalhador em hora de descanso e convívio.

Passeio da Catequese 2008


As paróquias de Adão, Casal de Cinza, Castanheira, Vila Fernando e Vila Garcia, realizaram o já tradicional Passeio da Catequese no passado sábado, dia 21. O percurso englobou uma visita ao Convento de Cristo em Tomar; Fátima, onde foram feitas as oraçãos à Mãe Santíssima e onde celebrámos missa na capela da casa da Liga dos Servos de Jesus; e Óbidos, onde provámos a famosa ginja, percorremos as muralhas , jantámos e ainda demos um pesinho de dança. Fica aqui uma imagem de todo o grupo junto, antes da saída de Óbidos.

terça-feira, junho 17, 2008

Cerdeira - Catequese

Neste final de ano escolar e de catequese, a paróquia da Cerdeira viveu neste Domingo uma Eucaristia diferente. 11 crianças do primeiro ciclo fizeram as festas de catequese respectivas. Um baptismo, 7 a primeira comunhão, 4 a festa do Pai nosso, 2 receberam a Bíblia.
Foi de facto uma "festa com Jesus" acompanhada por toda a comunidade,excepcionalmente numerosa.
Toda a Eucaristia foi acompanhada - como já é frequente - com a visualização dos cânticos, imagens e oração que a nossa "especialista"-Lisdália- faz com primor.

sexta-feira, junho 13, 2008

Festival JOTA

O TEU PALCO

É a oportunidade de te juntares ao festival Jota com as tuas propostas musicais. Inscreve-te para "O Teu Palco" e poderás, no final da manhã do dia 27, apresentar os teus dons musicais em concerto de 3 músicas e 15 minutos no máximo. Ainda terás um desconto de 5 € na inscrição de cada um dos elementos da tua banda e pode habilitar-te ao prémio-revelação.
Para isso só tens que enviar até dia 22 de Junho: uma maqueta com as músicas que pretendes apresentar; o nome e o raid técnico do grupo; uma foto e todas as informações úteis, nomeadamente o historial do grupo.

FÓRUM FESTIVAL JOTA

O Portal Cristo Jovem (www.cristojovem.com), parceiro do Festival JOTA, lançou recentemente no seu fórum uma zona dedicada exclusivamente ao Festival! Nessa secção poderás falar sobre os artistas, o programa e todos os assuntos que dizem respeito ao festival, bem como colocar dúvidas e sugestões!
Para participares no fórum é necessário efectuar um rápido registo que te dá acesso não só ao fórum do Festival Jota, mas a todos os conteúdos reservados aos utilizadores do portal Cristo Jovem!

QUERES SER O APRESENTADOR DO FESTIVAL?

És comunicativo, divertido e gostas de estar em cima de um palco?
Então concorre a um dos passatempos propostos pela organização do festival JOTA, em parceria com o Portal Cristo Jovem, e habilita-te a ser o apresentador da segunda edição do Festival Jota!
Queremos jovens irreverentes, expressivos, com muita lábia e com um sentido de humor que faça os “Gato Fedorento” parecer meninos de escola!
Para participar basta que envies para o e-mail portal@cristojovem.com um pequeno vídeo onde digas quem és, orque queres apresentar o Festival Jota 2008 e como estás a pensar apresentá-lo.
O vencedor, que receberá 1 bilhete VIP para o festival, será escolhido pela organização do Festival Jota e pelo portal Cristo Jovem. Mais informações no site oficial.

JUKEBOX

Se quiseres conhecer os artistas que vão estar presentes no festival, tens agora a possibilidade de os ouvir na “jukebox” do site oficial do Festival, em http://www.festivaljota.com/

quinta-feira, maio 29, 2008

Peregrinação a Lourdes

De 23 a 25 de Maio um grupo de peregrinos (51) de várias paróquias a cargo do Pe. António Coelho, e sob a sua orientação, viajaram até Lourdes em Peregrinação.
Acontece que este é, aí, um ano especial. É ano Jubilar.É o 150º aniversário das aparições de Nª Senhora a Bernadette Soubirous a quem se apresentou como Imaculada Conceição.
Sexta foi de viagem. Sábado, o tempo permitiu-nos fazer o "Caminho do Jubileu", visitando e rezando nos lugares de Bernadette e participando nas habituais procissões. Domingo foi dia de chuva algo intensa.
Além dos muitos peregrinos, destacavam-se este fim de semana os muitos fardados, como todas as cores e feitios, pois era a Peregrinação Militar Internacional.
Voltámos durante a noite de Domingo,depois de ter visitado as célebres grutas de Betarran e passado pela cidade de Pau.