Paróquias
Adão, Ade, Albardo, Amoreira, Cabreira, Casal de Cinza, Castanheira, Cerdeira do Côa, Marmeleiro, Mesquitela, Miuzela, Monte Margarida, Monteperobolso, Parada, Porto de Ovelha, Pousade, Rochoso, Seixo do Côa, Valongo do Côa, Vila Fernando e Vila Garcia

terça-feira, outubro 28, 2008

Todos os Santos - Fiéis Defuntos

Celebramos em festa, neste Sábado, Todos os Santos...aqueles que desde o baptismo viveram com Cristo, sofreram e morreram com Cristo e, por isso, cremos, reinam agora com Cristo...Felizes!

Celebramos no Domingo, dia 2, aqueles irmãos que, gozando já da Salvação, precisem ainda de alguma "purificação", de algum amadurecimento e crescimento no Amor que lhes permita participar na plenitude da Comunhão com Deus e todos os Santos.

Caindo este ano o dia 2 ao Domingo e, por isso, estando as pessoas disponíveis nesse dia, fazemos a tradicional romagem ao cemitério de preferência no dia 2, Domingo, como é próprio, no final da Eucaristia, nos horários marcados (1º Domingo - veja horários abaixo).

Assim: Sábado: 9,30 Monte Margarida; 15 h Seixo; 16,30 Valongo;

Domingo: 9,30: Rochoso e Marmeleiro; 11h :Miuzela, Parada e Pousade ; 12,30: Cerdeira; 15 h:Porto de Ovelha

sábado, outubro 25, 2008

Nas paróquias confiadas ao Pe Ângelo Martins as celebrações do Dia de Todos os Santos e dos Fiéis defuntos são seguidas de Romagem ao Cemitério. Ficam assim distribuída sas celebrações nos dois dias em que o pároco faz as romagens:

Dia 1 de Novembro
Solenidade de Todos os Santos
09h30m - Adão
11h00m - Vila Garcia
12h30m - Vila Fernando
14h00m - Aldeia Sta Madalena
15h00m - Carvalhal Meão, Pe Joaquim Dinis
16h00m - Gagos
Na Comunidade dos Monteiros a Romagem será às 09h00m acompanhada pelo Diácono António Diogo.

Dia 2 de Novembro
Comemoração dos Fiéis Defuntos
09h30m - Albardo
11h00m - Castanheira
12h30m - Casal de Cinza
15h00m - Gata


quarta-feira, outubro 22, 2008

domingo, outubro 19, 2008

82.º DIA MISSIONÁRIO MUNDIAL


Espírito Santo,

que desceste sobre os Apóstolos
e os fizeste anunciadores do Evangelho:

derrama os teus dons sobre cada um de nós
e torna-nos sensíveis aos apelos
e às necessidades dos nossos irmãos;

desperta em muitos corações
(crianças, jovens e adultos...)
o ideal missionário;

dá força e coragem a todos quantos
se entregaram totalmente
ao serviço da MISSÃO.

Amen

terça-feira, outubro 14, 2008

Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial das Missões 2008


"SERVOS E APÓSTOLOS DE JESUS CRISTO"


Queridos irmãos e irmãs


Por ocasião do Dia Missionário Mundial, gostaria de vos convidar a reflectir acerca da urgência que subsiste em anunciar o Evangelho inclusivamente nesta nossa época. O mandato missionário continua a constituir uma prioridade absoluta para todos os baptizados, chamados a ser "servos e apóstolos de Jesus Cristo" neste início de milénio. O meu venerado Predecessor, o Servo de Deus Paulo VI, já afirmava na Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandii, que "evangelizar constitui, de facto, a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade" (n. 14). Como modelo deste compromisso apostólico, apraz-me indicar particularmente São Paulo, o Apóstolo das nações, uma vez que no corrente ano celebramos um Jubileu especial a ele dedicado. Trata-se do Ano Paulino, que nos oferece a oportunidade de nos familiarizar com este insigne Apóstolo, que recebeu a vocação de proclamar o Evangelho aos gentios, em conformidade com o que o Senhor lhe tinha anunciado: "Vai! Porque te envio para longe, para junto dos pagãos" (Act 22, 21). Como deixar de aproveitar a oportunidade oferecida por este Jubileu especial às Igrejas locais, às comunidades cristãs e a cada um dos fiéis separadamente, para propagar até aos extremos confins do mundo "o anúncio do Evangelho, força de Deus para a salvação de todo aquele que acredita" (cf. Rm 1, 16)?


1. A humanidade tem necessidade de libertação A humanidade tem necessidade de ser libertada e redimida. A própria criação, afirma São Paulo, sofre e nutre a esperança de entrar na liberdade dos filhos de Deus (cf. Rm 8, 19-22). Estas palavras são verdadeiras também no mundo de hoje. A criação sofre. A humanidade sofre e espera a verdadeira liberdade, aguarda um mundo diferente, melhor; espera a "redenção". E, em última análise, sabe que este novo mundo, esperado, supõe um homem novo, supõe "filhos de Deus". Vejamos mais de perto a situação do mundo de hoje. Se, por um lado, o panorama internacional apresenta perspectivas de um desenvolvimento económico e social promissor, por outro, chama a nossa atenção para algumas graves preocupações no que diz respeito ao próprio porvir do homem. Em muitos casos, a violência caracteriza os relacionamentos entre os indivíduos e os povos; a pobreza oprime milhões de habitantes; as discriminações e às vezes até as perseguições por motivos raciais, culturais e religiosos impelem numerosas pessoas a fugir dos seus países para procurar refúgio e salvaguarda noutras paragens. Quando não tem como finalidade a dignidade e o bem do homem, quando não tem em vista um desenvolvimento solidário, o progresso tecnológico perde a sua potencialidade de factor de esperança e, pelo contrário, corre o risco de agravar os desequilíbrios e as injustiças já existentes. Além disso, há uma ameaça constante no que se refere à relação homem-meio ambiente, devido ao uso indiscriminado dos recursos, com repercussões sobre a própria saúde física e mental do ser humano. Depois, o futuro do homem é posto em risco pelos atentados contra a sua vida, atentados estes que adquirem várias formas e modalidades. Diante deste cenário, "sentimos o peso da inquietação, agitados entre a esperança e a angústia" (Constituição Guadium et Spes, 4) e, preocupados, interrogamo-nos: o que será da humanidade e da criação? Existe esperança para o futuro, ou melhor, há um futuro para a humanidade? E como será este futuro? A resposta a estas interrogações vem-nos do Evangelho. Cristo é o nosso futuro e, como escrevi na Carta Encíclica Spe Salvi,o seu Evangelho é a comunicação que "transforma a vida", incute a esperança, abre de par em par as portas obscuras do tempo e ilumina o porvir da humanidade e do universo (cf. n. 2). São Paulo compreendeu bem que somente em Cristo a humanidade pode encontrar a redenção e a esperança. Por isso, sentia ser premente e urgente a missão de "anunciar a promessa da vida em Jesus Cristo" (2 Tm 1, 1), "nossa esperança" (1 Tm 1, 1), a fim de que todos os povos possam partilhar a mesma herança e tornar-se participantes da promessa por meio do Evangelho (cf. Ef 3, 6). Ele estava consciente de que, desprovida de Cristo, a humanidade permanece "sem esperança e sem Deus no mundo (Ef 2, 12) sem esperança porque sem Deus" (Spe Salvi, 3). Com efeito, "quem não conhece Deus, mesmo que possa ter muitas esperanças, no fundo está sem esperança, sem a grande esperança que sustenta toda a vida (cf. Ef 2, 12)" (Ibid., n. 27).


2. A Missão é uma questão de amor Por conseguinte, anunciar Cristo e a sua mensagem salvífica constitui um dever premente para todos. "Ai de mim, afirmava São Paulo, se eu não anunciar o Evangelho!" (1 Cor 9, 16). No caminho de Damasco, ele tinha experimentado e compreendido que a redenção e a missão são obra de Deus e do seu amor. O amor de Cristo levou-o a percorrer os caminhos do Império Romano como arauto, apóstolo, anunciador e mestre do Evangelho, do qual se proclamava "embaixador aprisionado" (Ef 6, 20). A caridade divina tornou-o "tudo para todos, a fim de salvar alguns a qualquer custo" (1 Cor 9, 22). Considerando a experiência de São Paulo, compreendemos que a actividade missionária é a resposta ao amor com que Deus nos ama. O seu amor redime-nos e impele-nos rumo à missio ad gentes; é a energia espiritual, capaz de fazer crescer na família humana a harmonia, a justiça, a comunhão entre as pessoas, as raças e os povos, à qual todos aspiram (cf. Carta Encíclica Deus caritas est 12). Portanto é Deus, que é amor, quem conduz a Igreja rumo às fronteiras da humanidade e quem chama os evangelizadores a beberem "da fonte primeira e originária que é Jesus Cristo, de cujo Coração trespassado brota o amor de Deus" (Deus caritas est, 7). Somente deste manancial se podem haurir a atenção, a ternura, a compaixão, o acolhimento, a disponibilidade e o interesse pelos problemas das pessoas, assim como aquelas outras virtudes necessárias para que os mensageiros do Evangelho deixem tudo e se dediquem completa e incondicionalmente a difundir no mundo o perfume da caridade de Cristo.


3. Evangelizar sempre Enquanto a primeira evangelização em não muitas regiões do mundo permanece necessária e urgente, a escassez de clero e a falta de vocações afligem hoje várias Dioceses e Institutos de vida consagrada. É importante reiterar que, mesmo na presença de dificuldades crescentes, o mandato de Cristo de evangelizar todos os povos permanece uma prioridade. Nenhuma razão pode justificar uma sua diminuição ou uma sua interrupção, dado que "a tarefa de evangelizar todos os homens constitui a missão essencial da Igreja" (Paulo VI, Exortação Apostólica Evangelii Nutiandii,14). Esta missão "ainda está no começo e devemos empenhar-nos com todas as forças no seu serviço" (João Paulo II, Carta Encíclica Redemptoris Missio 1). Como deixar de pensar aqui no macedónio que, tendo aparecido em sonhos a Paulo, clamava: "Vem à Macedónia e ajuda-nos"? Hoje são inúmeros aqueles que esperam o anúncio do Evangelho, aqueles que se sentem sequiosos de esperança e de amor. Quantos se deixam interpelar profundamente por este pedido de ajuda que se eleva da humanidade: abandonam tudo por Cristo e transmitem aos homens a fé e o amor por Ele! (cf. Spe Salvi, 8).


4. "Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho!" (1 Cor 9, 16) Caros irmãos e irmãs, "duc in altum"! Façamo-nos ao largo no vasto mar do mundo e, aceitando o convite de Jesus, lancemos as redes sem temor, confiantes na sua ajuda constante. São Paulo recorda-nos que anunciar o Evangelho não é um título de glória (cf. 1 Cor 9, 16), mas uma tarefa e uma alegria. Estimados irmãos Bispos, seguindo o exemplo de Paulo, cada um se sinta "prisioneiro de Cristo em favor dos pagãos" (Ef 3, 1), consciente de que nas dificuldades e nas provações pode contar com a força que dele provém. O Bispo é consagrado não apenas para a sua diocese, mas para a salvação do mundo inteiro (cf. Carta Encíclica Redemptoris Missio 63). Como o Apóstolo Paulo, ele é chamado a ir ao encontro daqueles que estão distantes, dos que ainda não conhecem Cristo, ou que ainda não experimentaram o seu amor libertador; o seu compromisso consiste em tornar missionária toda a comunidade diocesana, contribuindo de bom grado, em conformidade com as possibilidades, para destinar presbíteros e leigos a outras Igrejas, para o serviço da evangelização. Assim, a missio ad gentes torna-se o princípio unificador e convergente de toda a sua actividade pastoral e caritativa. Vós, queridos presbíteros, primeiros colaboradores dos Bispos, sede pastores generosos e evangelizadores entusiastas! Não poucos de vós, ao longo destas décadas, partiram para os territórios de missão, a seguir à Carta Encíclica Fidei Donum, cujo 50º aniversário há pouco comemorámos, e com a qual o meu venerado Predecessor o Servo de Deus Pio XII deu impulso à cooperação entre as Igrejas. Formulo votos para que não esmoreça o ânimo missionário nas Igrejas locais, apesar da escassez de clero que aflige não poucas delas. E vós, amados religiosos e religiosas, caracterizados, dada a vossa vocação por uma forte conotação missionária, levai o anúncio do Evangelho a todos, especialmente aos que estão distantes, mediante um testemunho coerente de Cristo e um seguimento radical do seu Evangelho. Todos vós, prezados fiéis leigos que trabalhais nos diversos âmbitos da sociedade, sois chamados a participar na difusão do Evangelho de maneira cada vez mais relevante. Assim, abre-se diante de vós um areópago complexo e multifacetado a ser evangelizado: o Mundo. Dai testemunho, com a vossa própria vida, do facto de que os cristãos "pertencem a uma sociedade nova, rumo à qual caminham e que, na sua peregrinação, é antecipada" (Spe Salvi 4).


5. Conclusão Caros irmãos e irmãs, que a celebração do Dia Missionário Mundial encoraje todos vós a tomar uma renovada consciência da urgente necessidade de anunciar o Evangelho. Não posso deixar de destacar, com profundo apreço, a contribuição das Pontifícias Obras Missionárias para a acção evangelizadora da Igreja. Agradeço-lhes o apoio que oferecem a todas as Comunidades, de maneira especial às mais jovens. Elas constituem um válido instrumento para animar e formar missionariamente o Povo de Deus, e alimentam a comunhão de pessoas e de bens entre os vários membros do Corpo místico de Cristo. A colecta, que no Dia Missionário Mundial se realiza em todas as paróquias, seja um sinal de comunhão e de solicitude recíproca entre as Igrejas. Enfim, que no povo cristão se intensifique cada vez mais a oração, meio espiritual indispensável para difundir no meio de todos os povos a luz de Cristo, "a luz por antonomásia" que resplandece sobre "as trevas da história" (Spe Salvi, 49). Enquanto confio ao Senhor a obra apostólica dos missionários, das Igrejas espalhadas pelo mundo e dos fiéis comprometidos em várias actividades missionárias, invocando a intercessão do Apóstolo Paulo e de Maria Santíssima, "Arca da Aliança viva", Estrela da evangelização e da esperança, concedo a todos a Bênção apostólica.

Vaticano, 11 de Maio de 2008.

BENTO XVI

quarta-feira, outubro 08, 2008

Conselho Arciprestal de Catequese


Dia 12 de Outubro, Domingo,
às 15h30m no Salão Paroquial do Rochoso,
será a reunião do Conselho Arciprestal de Catequese composto pelos catequistas nomeados de cada uma das paróquias que estiveram presentes no arranque do ano pastoral catequético com o Departamento Diocesano da Catequese de Infância e Adolescência.

quarta-feira, outubro 01, 2008

Conclusões das JORNADAS DE PASTORAL DIOCESANAS


Guarda lembrou legado de D. João de Oliveira Matos e Mons. Joaquim Alves Brás


Nos dias 26 e 27 de Setembro, no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos, na Guarda, reuniram-se duas centenas e meia de cristãos (Sacerdotes, agentes de Pastoral e membros da Liga dos Servos de Jesus e da Família Blasiana) para reflectirem sobre a actualidade dos Servos de Deus, D. João de Oliveira Matos e Mons. Joaquim Alves Brás, e delinear os principais desafios pastorais que dos respectivos carismas se colocam à Igreja Diocesana e às comunidades cristãs. As reuniões de grupo reflectiram e tiraram as seguintes conclusões:


1. Santidade/Baptismo

A vocação à santidade ocupou na vida os Servos de Deus o primeiro lugar na sua vida pessoal e nas Obras por eles fundadas. Quanto a nós, a santidade, a nível comunitário deve promover uma vida de comunhão com Deus mais intensa e, a nível individual, a santidade consiste em viver na graça de Deus, fazendo a Sua vontade e pelo amor ao próximo.

Os Servos de Deus são para nós modelos de oração, escuta da Palavra, humildade e serviço aos mais pobres. Ser santo é fazer do ordinário o extraordinário.


2. Missão dos leigos na Igreja

As paróquias não têm a devida preocupação com a formação cristã dos leigos. Há a preocupação com a iniciação cristã das crianças e, em algumas paróquias, aposta-se na formação cristã dos adultos.

A crise de fé que hoje atravessa a Igreja tem também ter o seu fundamento na falta de formação dos leigos.

É, pois, necessário formar os leigos para, em conjunto com os párocos, assumirem a missão da Igreja. Para isso, é muito importante existirem planos de formação para leigos a nível arciprestal e paroquial. É a hora dos leigos assumirem o seu Baptismo, de se envolverem na vida das suas comunidades e de tomarem iniciativas nos vários campos de apostolado.


3. Eucaristia

Os Servos de Deus colocaram a Eucaristia no centro das suas vidas e das suas Obras. Este parece-nos ser o maior desafio colocado hoje às nossas comunidades cristãs.

Apesar de termos dado passos muito positivos na formação litúrgica, nota-se ainda a falta de uma formação de base em muitos cristãos sobre o valor da Eucaristia. Torna-se necessário, por isso, uma preparação cuidada da Eucaristia dominical. Deve-se dar uma atenção especial à participação das crianças e dos jovens na Eucaristia. Ao mesmo tempo que formamos as crianças da catequese, devemos também ajudar os pais a participarem mais conscientemente na Missa do Domingo.


4. Virtudes humanas e cristãs

Para superarmos o divórcio entre a fé e a vida, um dos maiores dramas do nosso tempo, devemos inspirar-nos na vida dos Servos de Deus. Eles souberam unir a contemplação e a acção através de um amor intenso aos mais necessitados, vendo neles o próprio Deus. Foram homens de uma grande humanidade manifestada nas virtudes da caridade, da humildade, amor à verdade, da simplicidade e de uma entrega sem reservas a Deus e ao próximo. Para eles o amor a Deus era inseparável do amor ao próximo.


5. Sentir com a Igreja

Sentir com a Igreja é viver numa comunhão intensa com os seus pastores, ajudar a mesma Igreja a renovar-se, a converter o negativo em positivo, a ter a consciência de que a Igreja é a casa comum de todos os baptizados.

Para isso, exige-se disponibilidade na missão da Igreja, ser testemunha de Cristo, viver com simplicidade, empenharmo-nos na vida das paróquias, mostrar que nos amamos à maneira dos primeiros cristãos. O serviço aos mais necessitados (pobres e doentes) deve caracterizar a vida das comunidades cristãs.

Nesta consciência de sermos Igreja não devemos esquecer os que não acreditam ou se afastaram da vida cristã. Eles interpelam-nos a intensificar o nosso testemunho cristão e a descobrirmos caminhos novos de evangelização.


6. Família

Constatamos na nossa sociedade uma mentalidade cada vez mais hostil à família, tal como a entendemos e como a Igreja a defende: “comunidade de vida e de amor”.

É necessário remar contra a corrente através da formação dos noivos e do apoio aos jovens casais. Sentimos as dificuldades das famílias de hoje (emprego, casa própria, educação dos filhos...) e pensamos que as nossas paróquias e demais instituições têm ainda muito a fazer na pastoral familiar.

A família deve ser um dos campos prioritários da nossa acção pastoral. Nela devemos investir os melhores recursos, porque a família está presente em todos os âmbitos da vida da sociedade e da Igreja.


7. Os retiros

Foi unânime a opinião de que os retiros são momentos fortes de encontro com Deus, connosco e com os outros. Os retiros devem ocupar na nossa vida, tal como em D. João e Mons. Brás, um lugar central. Os retiros são momentos de formação, de revisão de vida e de discernimento vocacional, quer em ordem à consagração quer em ordem ao matrimónio. Devíamos intensificar na nossa pastoral os retiros a todo o povo de Deus. Os retiros são um meio eficaz de apostolado e de aprofundamento do mistério de Deus e do homem.


8. Vocações de Consagração

O melhor meio de promoção vocacional é o testemunho alegre e generoso de uma vida entregue ao serviço de Deus. Devemos ajudar as famílias a apreciarem e ajudarem a crescer as vocações de consagração nascidas no seu seio. A catequese das crianças e, sobretudo, a dos jovens, são momentos muito importantes para este despertar vocacional.

A valorização do ministério sacerdotal passa por ver nos sacerdotes “outro Cristo”, colaborarmos com eles nas várias iniciativas de apostolado, rezarmos por eles e reconhecer que o sacerdócio ministerial é constitutivo da missão da Igreja.

O testemunho de entrega e abnegação dos sacerdotes é fundamental para um despertar vocacional nas comunidades cristãs. Eles próprios são, pela sua vida e pela sua palavra, agentes privilegiados desta nova cultura vocacional que é necessário intensificar na vida da Igreja.


9. Catequese e Apostolado

A Palavra de Deus deve ocupar o primeiro lugar na iniciação cristã. A formação a todos os níveis é uma urgência do nosso tempo. A formação supõe, antes de mais, uma vida coerente com o Evangelho e a necessidade de promovermos os mais variados itinerários formativos para todas a idades. Ser apóstolo é constitutivo da vida cristã.

A vida cristã nas paróquias, na formação e na prática da fé, precisa, cada vez mais, do contributo da vida consagrada e dos movimentos laicais, através de uma colaboração recíproca.

Os campos prioritários na vida de apostolado são a família e os jovens.