Paróquias
Adão, Ade, Albardo, Amoreira, Cabreira, Casal de Cinza, Castanheira, Cerdeira do Côa, Marmeleiro, Mesquitela, Miuzela, Monte Margarida, Monteperobolso, Parada, Porto de Ovelha, Pousade, Rochoso, Seixo do Côa, Valongo do Côa, Vila Fernando e Vila Garcia

domingo, dezembro 28, 2008

Resposta de Jesus

Querido amigo:
Recebi a tua carta. Cá a encontrei junto do sacrário – é assim que se chama esse lugar. E farias bem em continuar a vir cá falar comigo. É um lugar muito especial onde gosto de ouvir e falar às pessoas amigas, mais íntimas.
Compreendo que não tenhas assinado a carta: pois se as pessoas soubessem quem tinha sido, estavas tramado! Porque as pessoas continuam a gostar muito que haja natal…alguns, não tanto por causa minha – como tu já percebeste – mas para comer e beber, receber prendas, ir de férias…ou só pela tradição.
Olha, agradeço e louvo a tua sinceridade: tens alguma razão em avisar-me para não vir cá passar o Natal. De facto, noto que muitos que têm o meu nome -cristãos- também me fecham as portas, como em Belém. Dizem que já têm o dia muito cheio, têm mais que fazer, que já são felizes assim, que eu não lhes dou saúde nem trabalho…e assim procuram outras coisas, mais divertidas, mas que se acabam depressa. Oxalá houvesse mais amigos sinceros como tu. Que fossem menos, mas melhores. Foi por isso que Eu, quando andei lá pela minha terra até disse que as pessoas deviam ser como as crianças: sinceras, francas, sem vergonha: se querem, querem! Se não querem, não querem! Assim, andam aí a fazer de conta que são meus amigos; aborrecidos; como se eu os obrigasse! Claro que assim não são felizes! E depois não falam comigo; se vão à missa é um frete; da minha palavra não querem saber; nunca estão de acordo com o que lhe dizem os meus sacerdotes! Que sejam livres!
E esta é a minha grande pena: ter-me feito humano, ter sofrido e morrido para vos oferecer uma vida melhor, superior, sobrenatural, divina…e ver tantos a viver cegos, embrutecidos, animalizados, contentes e satisfeitos só por terem a barriga cheia, dinheiro no banco e serem doutores em qualquer coisa. Mas olha: é por isso mesmo que eu não posso faltar, no Natal: para tentar que os adultos voltem a sonhar, a esperar, a confiar, a brincar, a sentir-se pequenos, a acreditar que além deste horizonte existe uma Luz… e uma Vida sem fim.
Bem: Gostaria de responder às tuas perguntas. É verdade que eu e meus pais fomos perseguidos pelo rei. Sabes o que aconteceu: muitas crianças em Belém foram mortas. Herodes tinha medo que eu lhe ganhasse o trono. Como se eu fosse adversário de alguém! E olha que isso tem acontecido muitas vezes no mundo! Quando as pessoas não querem saber de mim, têm medo e fogem de mim e de Deus, meu Pai, acabam por magoar-se a eles próprios, perder o respeito, fazer mal uns aos outros, inventar leis más, julgar-se os maiores. Mas depois, pobre de quem as paga: Os mais fracos!
Tens razão em perguntar se o José não era o meu pai verdadeiro. Mas queria-me tanto como se o fosse. É que o meu verdadeiro Pai é Deus, que encheu tanto Maria do seu Amor, o Espírito Santo, que ela ficou grávida de mim e assim, por Maria, me tornei humano como vós, embora já existisse antes junto de Deus, meu único Pai. De facto, é uma pena e uma confusão, aquilo que me contavas de muitas famílias de agora. Se aprendessem de Maria e José a ser fiéis, dedicados, sacrificados, como eles, muitas crianças …e a sociedade, seriam mais felizes! Olha: reza sempre pela união e felicidade dos teus pais, sim! E quando os vires tristes e zangados vai dar-lhes um beijo e um sorriso dos teus.
Falavas do teu encanto pelo Pai Natal, pela Popota, pelo Panda, pelas luzes… não me admira. Fui eu que quis as crianças felizes e a sonhar. Mas, pensa. Pensa! Eu sou real, não sou uma história para divertir. Por isso tenho pena que já não vás à missa e à catequese…para ires descobrindo e crescendo como filho de Deus e irmão de todos; para descobrires que Eu sou o único Caminho, a única porta para a felicidade verdadeira, aquela que não se acaba à Segunda feira ou no final da festa… e que um dia poderás encontrar, ao máximo, comigo, no Céu.
Entretanto, Belém já lá vai! Há muitos anos! Eu cresci e, antes de partir e deixar de estar visível entre vós, inventei uma forma de estar convosco, de me dar a cada um de vós, de ser próximo, íntimo a vós: a Eucaristia, ou Missa. E arranjei outro presépio onde morar e receber visitas: o sacrário. Quando quiseres conversar, queixar-te ou desabafar comigo, aparece! Adeus!

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos - 2009


TEXTO BÍBLICO
“Serão um, em tuas mãos”:
(Ezequiel 37, 15-28)

Veio-me uma palavra do Senhor: “Tu, filho de homem, toma um pedaço de madeira e
escreve nele: Judá e os filhos de Israel que lhe estão associados. Depois toma outro
pedaço de madeira e escreve nele: José – esta será a madeira de Efraim – e toda a casa
de Israel que lhe está associada. Aproxima estes pedaços um contra o outro para
formarem um só; estarão unidos em tua mão. Quando a gente do teu povo te disser:
‘Não queres explicar-nos o que fazes?’ lhe dirás: Assim fala o Senhor Deus: Vou tomar
o pedaço de madeira de José – que está na mão de Efraim – e das tribos de Israel que lhe
estão associadas; eu os encostarei neles, no pedaço de madeira de Judá: farei deles um
só pedaço e eles estarão na minha mão. E os pedaços de madeira sobre os quais tiveres
escrito estarão na tua mão, à vista deles. Dize-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Vou tirar
os filhos de Israel do meio das nações para onde foram, vou reuni-los de todas as partes
e os levarei para seu solo. Farei deles uma nação única, na Terra, nas montanhas de
Israel: um rei único será o rei de todos eles; não formarão mais duas nações e não
estarão mais divididos em dois reinos. Não se macularão mais com seus ídolos e seus
horrores, nem por todas as suas transgressões; eu os livrarei de todos os lugares onde
habitam, os lugares onde pecaram. Eu os purificarei, serão para mim um povo e eu serei
Deus para eles. Meu servo David reinará sobre eles, pastor único para todos eles;
caminharão segundo meus costumes, guardarão minhas leis e as observarão. Habitarão a
terra que dei a meu servo Jacó, a terra onde vossos pais a habitaram; ali habitarão eles,
seus filhos e os filhos de seus filhos, para sempre; meu servo David será seu príncipe
para sempre. Firmarei com eles uma aliança de paz, será uma aliança perene com eles.
Eu o estabelecerei, multiplicá-los-ei. Estabelecerei meu santuário no meio deles para
sempre. Minha morada estará junto deles; serei para eles Deus, e eles serão para mim
um povo. Então as nações conhecerão que eu sou o Senhor que consagro Israel, quando
estabelecer meu santuário no meio deles, para sempre.
(Tradução ecuménica da Bíblia)

O TEMA BÍBLICO
Os textos para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2009 vêm a nós
como expressão da vivência das Igrejas na Coréia. Enfrentando a divisão de seus países
(Coréia do Sul e Coréia do Norte), as Igrejas buscaram sua inspiração na Profecia de
Ezequiel que viveu, também ele, num país tragicamente dividido, cujo povo aspirava
pela unidade.
Profeta e sacerdote, Ezequiel foi chamado por Deus aos trinta anos de idade. Sua
missão abrangeu o período de 594 a 571 a.C., sendo ele fortemente influenciado pelas
reformas políticas e religiosas empreendidas pelo Rei Josias, em 621 a.C.
Comprometido com as reformas de restauração da Lei e do verdadeiro culto ao Deus de
Israel, o Rei Josias estava determinado a eliminar a herança nefasta deixada pela
precedente conquista de Judas pelos Assírios. Entretanto, depois da morte de Josias
durante uma batalha, seu filho Joaquim (Yoyaqîm) prestou homenagem ao Egito e
divulgou o culto de muitos deuses estranhos à Aliança. Os profetas que ousaram criticar
Joaquim (Yoyaqîm) foram abruptamente retirados: Ouriya foi executado; Jeremias foi
banido. Depois da invasão dos babilônios e da destruição do templo em 587 a.C, os
responsáveis políticos e os artesãos do país – entre os quais jovem Ezequiel – foram
capturados e deportados à Babilônia. Lá, Ezequiel (como Jeremias) criticou os pretensos
“profetas” que alimentavam uma esperança ilusória no povo. Incompreendido por
muitos, Ezequiel provou a hostilidade e o desprezo de seus irmãos israelitas no exílio.
Apesar de tal sofrimento, o amor de Ezequiel pelo seu povo não diminuiu! Ele
criticou os chefes que deliberavam contra os mandamentos de Deus e tentou reconduzir
seu povo ao Senhor, salientando que Deus permanece fiel à aliança estabelecida com o
povo – com o qual Ele mesmo é solidário. Mas especialmente, nesta situação
aparentemente sem solução, Ezequiel não se desesperava! Ao contrário: proclamava
com convicção a mensagem de renovação e unidade do povo de Deus. Afirmava que o
projeto desejado por Deus para todos poderia, de fato, realizar-se.
Duas visões encorajavam Ezequiel nas suas dificuldades. Na primeira visão, que
se tornou bastante conhecida, os ossos ressequidos e dispersos no vale retomam a vida
e se juntam, pela ação do Espírito do Senhor (cf. Ez 37, 15-23). Na segunda visão, dois
pedaços de madeira voltam a unir-se, numa referência ao Israel dividido. Esta é a
profecia donde a Semana de Oração de 2009 toma o tema “Unidos em suas mãos”: na
visão de Ezequiel os pedaços de madeira simbolizam os dois reinos nos quais Israel foi
dividido. Os nomes das tribos de cada um desses dois reinos foram escritos sobre os
pedaços de madeira: duas tribos no reio do Norte; dez no reino do Sul. Os pedaços de
madeira são posteriormente aproximados, para formar apenas uma peça (Ez 37, 15-23).
Para Ezequiel, a divisão de seu povo era o reflexo e a conseqüência do pecado e
do afastamento de Deus. Formar novamente um único povo era possível, na condição de
renunciar ao pecado, de converter-se e de voltar para Deus. Mas definitivamente, é Deus
que une seu povo, purificando-o, renovando-o e libertando-o de suas divisões. Para
Ezequiel, esta unidade não é uma simples aproximação de grupos antes separados.
Trata-se bem mais de uma nova criação: o nascimento de um povo novo, que deveria
ser sinal de esperança para os demais povos e para toda a humanidade.
Reencontramos o tema da esperança em outro texto, muito precioso para as Igrejas da
Coréia: Apocalipse 21,3-4. Aqui se menciona a purificação do povo de Deus, chamado a
encarnar a paz verdadeira, a reconciliação e a unidade – em cuja plenitude o próprio Deus
reside: “Ele habitará com eles. Eles serão seu povo e ele será o Deus que está com eles. Ele
enxugará toda lágrima de seus olhos. Já não haverá morte. Não haverá mais luto, nem pranto,
nem sofrimento”. Daí os temas bíblicos que inspiraram as Igrejas da Coréia na presente
sugestão para a Semana de Oração 2009: a unidade como vontade de Deus para seu povo; a
unidade como dom de Deus, que nos pede conversão e renovação; a unidade como nova
criação; a esperança de que o povo de Deus enfim seja “um”.

Uma outra verdade inconveniente...

A Adriana Vaz, que pertence à comunidade paroquial de Vila Fernando, escreveu esta crónica no jornal da sua escola. Fica aqui publicada a partilha que ela fez com os seus colegas e que agora partilha também com todos nós.

Como é que se consegue ser tão tradicional ao ponto de não se ligar ao essencial?

Estamos na véspera de Natal, e nem a propósito! Um desabafo sobre aquilo que antecede e que acompanha uma época que, ao que parece, é tão especial para quase toda a gente! Mas será assim tão especial devido ao verdadeiro significado do Natal? Pois é! Afinal para que serve tanta propaganda antes do dia 25 de Dezembro? É que um mês antes «rebenta» sempre uma verdadeira bomba de publicidade: de brinquedos, de chocolates, de telemóveis, enfim, uma lista interminável de coisas! Mas em todo isto eu só vejo hipocrisia, ainda nem se quer ouvi nem vi o nome “Jesus” neste negro enfeite natalício! Como é possível, certas e determinadas pessoas, servirem-se de um acontecimento como “o nascimento de Jesus”, estando sempre a milhas do seu verdadeiro significado, para fins lucrativos? Uma questão cuja resposta não consigo entender…

É também na véspera Natalícia que nos deparamos sempre com perguntas acerca da dádiva e da oferta de presentes, mas na realidade, são poucos os que sabem por que se dão e por que se recebem presentes no Natal, se lhes perguntarmos corremos o risco de ouvir uma resposta do género: “Por que é tradição!”.

Uma das coisas que me faz confusão é, também, o facto de uma grande parte dos cristãos católicos praticantes (pelo menos é o que dizem ser!) só porem os seus ricos pezinhos na Igreja no dia em que se celebra o nascimento de Jesus Cristo. Impressionante, não é? Eu também pergunto: porquê? Mas tenho noção de que é uma interrogação retórica, já toda a gente sabe a resposta: «Porque é tradição, porque fica bem, porque é um dia diferente, porque há que se mostrar a fatiota nova, porque parece bem!»

Eu não tenho nada a ver com o que este género de pessoas fazem ou deixam de fazer, mas uma coisa é certa, e disto tenho eu a firme certeza: se cada um de nós desse mais valor à essência dos factos, se nos libertássemos do que é habitual, de pensamentos e acções feitas pelos outros, isto é, se fossemos originais e se cortássemos a tradição quando não acreditamos na sua verdadeira razão de ser, seríamos um pouquinho mais felizes.

Desejo que todos os que estão a ler esta crónica tenham um feliz Natal, com tudo de bom, sem me esquecer de lhes desejar muitos presentinhos e sem me esquecer de dizer que fico à espera de que se lembrem, nesta época natalícia, da grande razão de ser de tudo o que se passa à sua volta que remete para a palavra “NATAL”!

Crónica realizada por:

Adriana Vaz

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Carta ao Menino Jesus

Olá, Menino Jesus!

Anteontem, na escola escrevemos um email ao Pai Natal, no computador novo que temos, o Magalhães. De ti ninguém falou nem ninguém sabe a direcção!!!
Não sei se esta carta chegará às tuas mãos, mas lembrei-me de a deixar aqui na igreja, onde às vezes vinha com minha avó, a rezar-te, aqui ao pé desta portinha, com um nome esquisito, onde há sempre uma vela acesa. Ela rezava sempre a olhar para aí!
Por isso lembrei-me de te avisar e te dizer que não vale a pena vires cá este ano passar o Natal. Porque já ninguém te liga, sabes?! P’ra já, quem nos traz os presentes é o Pai Natal e ele é muito mais interessante do que tu: tem umas barbas compridas que fazem cócegas quando nos pega ao colo; e as fotografias com ele, no centro comercial ficam muito giras!
Além disso o presépio já não se usa: a árvore e as luzes é que são bonitas! Em Lisboa até fazem uma muito alta, que dá na televisão e toda a gente lá vai a ver. E até na Guarda, se visses aquela estrela que fizeram na Praça e os enfeites no novo centro comercial, ficavas admirado!
E, sabes, agora também já não se cantam tanto aquelas músicas tradicionais: agora só ouvimos a Popota, a Leopoldina, e todos querem ver aquele filme de animação que saiu este ano. Isso é que é divertido!
Olha: É verdade que tu nasceste numa loja de animais? Devia ser cá um cheirete!! Agora isso só se vê na televisão, quando mostram aqueles de África!... Dizem que a culpa é dos americanos e dos terroristas! Não se entendem! Cá na minha casa está tudo limpinho e não falta nada. Já tenho televisão no quarto, play station e computador. Já nem preciso ir brincar para a rua. Quando quero brincar e falar com os amigos tenho o telemóvel e já estou a aprender a usar o mensageiro, com câmara e tudo, para ver os meus amigos. Ao princípio ainda ia à missa ao domingo e à catequese e no fim jogávamos à bola. Agora, é mais simples ficar em casa. E meus pais também não se importam; até concordam! Assim não têm de ir levar-nos e buscar-nos. E eles bem gostam de ficar na cama ao domingo… quando o meu pai não vai à caça ou a andar de bicicleta!
E a catequese para que é?! Os meus amigos já não vão lá! E a minha festa de anos até foi maior e mais fixe, com mais presentes, do que a festa da 1ª comunhão do meu amigo, que me convidou. E o Estado diz que agora, o que importa é saber inglês, saber “andar na internet”, fazer desporto. É por isso que a minha irmã mais velha também já deixou a aula de Moral na escola: diz que aquilo já não faz falta e assim passa mais um bocado no “clube dos morangos”. Arranjou lá uns amigos! Se tu soubesses!! Nem te digo nada! Nem meus pais sabem algumas coisas!
Uma vez vi num filme que, logo em pequeno, um rei vos perseguiu e quis matar. Foi verdade?? Mas também tiveste problemas com os teus pais, ou quê? É que agora, por cá, também há para aí muita confusão dessa: há crianças que o Estado tira aos pais porque os pais lhes dão umas bofetadas; há crianças, ainda da minha idade que o Estado tem de entregar a outras pessoas porque já maltratam os pais e os professores na escola; alguns colegas mais velhos exigem dinheiro aos outros para fumar – e se não dão levam logo uns pontapés (há dias, um até mostrou uma navalha!). Isto por cá não anda nada bem! Este ano até já tivemos vários feriados por causa das greves.
Ah! É verdade que o S.José não era teu pai verdadeiro? Então também já era como agora?! Tenho alguns colegas que só têm mãe; outros já têm outro pai e outro irmão que não é irmão; um amigo mais velho até disse que agora também já há crianças que têm duas mães, outras dois pais… a viver juntos! Que confusão !!
Olha Jesus, não te maces a vir cá no Natal. Nós costumávamos ir beijar-te, na missa. Mas agora é às 9,30: não dá para ir; às 11 a TV dá aqueles bonecos que eu gosto muito; e até minha avó já gosta mais da missa da TV,…diz que é igualzinha, é como se estivesse lá! Às 12,30 é hora de almoçar, pois vêm cá os meus tios e primos de Lisboa… e à tarde vou jogar o novo jogo que me vai trazer o pai natal.
Bem: tenho de ir. Olha, passa boas festas, talvez em algum país mais pobre ou com alguns sem abrigo que ainda achem giro um natal à antiga… pois nós cá, já somos um país moderno, tecnológico, como diz o nosso professor de computadores. Passa bem! Adeus!

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Diocese e Arciprestado do Rochoso em festa


Hoje, dia 8 de Dezembro, solenidade da Imaculada Conceição, o nosso Arciprestado do Rochoso vai estar de festa, pois um seu filho (Penedo da Sé - Marmeleiro) vai receber na Sé da Guarda, às 16h00m, a Instituição no Ministério de Leitor. Este é mais um passo que ajudará o Rui Barroco Calçada a crescer e a caminhar em direcção Ao "sim" total a Deus abrançando o sacerdócio. Consigo será ordenado um novo Padre, Valter Duarte, natural de Cantar-Galo (Covilhã) e dois Diáconos: o Celso que é natural do Barco (Covilhã) e o Hugo que é natural de Celorico da Beira. Para eles hoje pedimos a intercessão de Maria, Mãe Santíssima, numa ajuda diária a dizerem sempre sim a Deus!