Paróquias
Adão, Ade, Albardo, Amoreira, Cabreira, Casal de Cinza, Castanheira, Cerdeira do Côa, Marmeleiro, Mesquitela, Miuzela, Monte Margarida, Monteperobolso, Parada, Porto de Ovelha, Pousade, Rochoso, Seixo do Côa, Valongo do Côa, Vila Fernando e Vila Garcia

sexta-feira, junho 25, 2010

Início do lançamento do Novo Ano Pastoral 2010/2011

O novo Ano Pastoral 2010/2011 para a nossa Diocese da Guarda, a iniciar em Setembro, vai colocar no centro das preocupações das comunidades cristãs o estudo da Sagrada Escritura, através de um maior estudo, reflexão e conhecimento dos evangelistas de cada ano. O Ano Litúrgico a iniciar no tempo do Advento (Novembro) vai propor o Evangelista S. Mateus. Desde já se coloca ao cuidado de todos os cristãos das nossas paróquias o desejo e a vontade em conhecer e reflectir mais o Evangelho de S. Mateus. Com a criação de Grupos Bíblicos, podemos ler e pensar no que a Sagrada Escritura pode querer dizer à vida de cada um, pensando livremente e partilhando livremente. Para já fica um "esboço de cartaz" para início de divulgação e, mais tarde haverá mais noticias.

sexta-feira, junho 18, 2010

II Dia Arciprestal da Catequese

o Vídeo do Seminário do Fundão a propósito da nossa visita...

segunda-feira, junho 14, 2010

II Dia Arciprestal da Catequese - 2010

à chegada

No passado sábado, dia 12 de Junho, as crianças e adolescentes que fazem parte dos grupos de Catequese nas paróquias do Arciprestado do Rochoso, participaram no Dia Arciprestal da Catequese, este ano no Seminário Menor do Fundão. Após a sensibilização Vocacional que o Seminário veio fazer junto dos catequistas e das paróquias, no passado mês de Janeiro, foi lançada esta proposta que agora foi realizada. O acolhimento das cerca de 160 pessoas (crianças e catequistas) esteve a cargo do Pe Luís Campos e do Pe António Carlos que depois de uma oração matinal na capela do Seminário, cantaram com todos, mostraram e explicaram o que era o Seminário. Depois do almoço foram os Escuteiros que estiveram a dinamizar a tarde, com a Sandra e o Miguel. Mostraram bem o que era ser Escuteiro, nas suas dinâmicas, jogos e aventuras e, ficou claro, o importante compromisso: só poderá ser escuteiro quem vai à Catequese e participa também nas actividades da paróquia. Deste dia animado e cheio de riqueza fraterna ficou a vontade de alguns conhecerem melhor o Seminário e de outros serem ou participarem numa outra actividade do Escutismo. Claro está que ainda houve tempo para subir a algumas cerejeiras do Seminário e comer alguns dos seus deliciosos frutos!

durante o momento da oração da manhã na capela do Seminário

domingo, junho 06, 2010

a terminar o Ano Sacerdotal



Que o fim deste Ano Sacerdotal seja também um começo...

sábado, junho 05, 2010

sexta-feira, junho 04, 2010

Mensagem ao Povo de Deus



Com data de 28 de Maio, o Conselho Presbiteral da Diocese da Guarda divulgou a seguinte Mensagem ao Povo de Deus:

“No início do Ano Sacerdotal, enviámos uma mensagem ao Povo Deus que vive na diocese da Guarda. Depois de realizada a Assembleia Geral do Clero, no final do mês de Abril, e aproximando-se já o termo do Ano Sacerdotal, julgamos oportuno fazer chegar uma outra mensagem, com base no que debatemos nessa Assembleia e nas propostas que foram feitas.

1. Reunimo-nos com o objectivo de servir cada vez melhor o Povo de Deus e, ao longo de dois dias, procurámos reflectir sobre as estruturas diocesanas; as actuais dificuldades da vida sacerdotal; a comunhão no presbitério e a nova evangelização; o testemunho de vida sacerdotal e as novas vocações sacerdotais; o novo modelo de Igreja, tendente a ser mais comunidade ministerial.


2. Diante do Povo de Deus, desejamos testemunhar que sentimos o Presbitério Diocesano como factor de identidade e espiritualidade sacerdotal. Inseridos afectivamente nele, queremos colocar as nossas capacidades humanas, enobrecidas pela acção do Espírito em nós, ao serviço da comunhão de toda a Igreja diocesana. O trabalho pastoral ainda não é desenvolvido em total espírito de comunhão e cooperação entre nós, presbíteros, mas desejamos progredir nesse caminho. Devemos ter a coragem de estender essa comunhão e cooperação à nossa própria sustentação material, que há-de pautar-se pela sobriedade e dignidade. Temos, aliás, dois organismos para mais facilmente a tornarmos efectiva: o Instituto Diocesano de Comunhão e Partilha e a Fundação Nun’Álvares.


3. Embora sintamos dor e tristeza face a alguns problemas conjunturais que assolam hoje em dia a Igreja de Cristo, continuaremos dispostos a construir uma Igreja fiel às orientações do Concílio Vaticano II e da Sé Apostólica, vozes do Espírito de Deus que nos convidam à comunhão e à co-responsabilidade eclesiais. Para dar maior visibilidade a este novo modelo de Igreja, é imperioso que usemos melhor as estruturas de comunhão existentes e tenhamos abertura de espírito e confiança para criarmos e acarinharmos outras necessárias para este tempo.


4. Queremos dizer ao Povo de Deus que a angariação de candidatos ao ministério sacerdotal, doravante, estará mais no centro das nossas preocupações. Por isso, iremos pedir um redobrado empenho de todos, em ordem a que cada paróquia se torne progressivamente uma comunidade consciente de ter sido chamada por Deus e que, por sua vez, chama alguns a seguirem a Cristo na condição de pastores e por eles reza assiduamente. Por outro lado, tentaremos agilizar as estruturas de acompanhamento vocacional – o Pré-Seminário e o Seminário Menor – para que o Seminário Maior disponha dum número suficiente de jovens a preparar-se para o ministério ordenado.


5. Partilhamos, agora, convosco algumas dificuldades inerentes ao exercício do nosso ministério sacerdotal, ao mesmo tempo que imploramos que continueis a rogar a Deus para que sejamos fiéis a Cristo. Constatamos que não temos conseguido implementar ainda uma verdadeira pastoral de conjunto; que somos pouco solidários na aplicação de normas pastorais; que temos sacrificado a qualidade das celebrações eucarísticas à quantidade, ainda que na recta intenção de as proporcionarmos a quase todas as comunidades cristãs em dia de Domingo; que a catequese de adultos foi uma iniciativa de resultados muito modestos; que mobilizamos poucos leigos para o serviço nas comunidades cristãs; que a distribuição do clero continua a ser pouco equitativa; e que há em nós resistências a novas e urgentes formas de organização da pastoral diocesana.


6. Particularmente neste Ano Sacerdotal, sentimos que somos interpelados a ser verdadeiramente padres fiéis ao dom recebido e entregues à missão que queremos intensificar na diocese. O Espírito nos pede e nos impele a que dêmos um testemunho alegre da fé que nos anima, e que estejamos sempre prontos a dar razões da nossa esperança, sobretudo através da caridade para com todos, crentes e descrentes.


7. Pedindo-vos perdão pelas vezes em que não fomos pastores segundo o Coração de Cristo, o único Bom Pastor, fica o nosso compromisso de nos deixarmos conduzir mais pela luz e força do Espírito Santo, imitando assim a Santíssima Virgem, e à sua maternal protecção vos confiamos”.