Paróquias
Adão, Ade, Albardo, Amoreira, Cabreira, Casal de Cinza, Castanheira, Cerdeira do Côa, Marmeleiro, Mesquitela, Miuzela, Monte Margarida, Monteperobolso, Parada, Porto de Ovelha, Pousade, Rochoso, Seixo do Côa, Valongo do Côa, Vila Fernando e Vila Garcia

quinta-feira, novembro 21, 2013

Papa Francisco - a propósito do Sacramento da Reconciliação

Creio «na remissão dos pecados». Deus perdoa o homem na sua soberana misericórdia, mas Ele mesmo quis que as pessoas que pertencem a Cristo e à sua Igreja recebam o perdão através dos ministros da Comunidade. Para isso, a Igreja é depositária do «poder das chaves»: «Dar-te-ei as chaves do Reino dos céus. (…) Tudo o que desligares na Terra será desligado no Céu». Mas o protagonista do perdão dos pecados é o Espírito Santo. A Igreja não é senhora deste poder das chaves, mas serva do ministério da misericórdia e fica feliz sempre que pode oferecer este dom divino. Às vezes, ouve-se dizer: «Eu confesso-me directamente a Deus». É verdade que Deus sempre te ouve, mas, no sacramento da Penitência, manda um irmão trazer-te o perdão. O sacerdote confessor deve estar ciente de que o irmão ou irmã que se abeira dele, procura o perdão e fá-lo como tantas pessoas se abeiravam de Jesus para que as curasse. Os fiéis penitentes têm o direito de encontrar, nos sacerdotes, servidores do perdão de Deus.

Papa Francisco, Audiência geral de 20-11-2013

Plano Pastoral Diocesano - Guarda


Mensagem no encerramento do ano da Fé - Bispo da Guarda


Aos Fiéis e às comunidades de Fé da Diocese da Guarda

O Papa Bento XVI convocou o ano da Fé com a carta apostólica Porta Fidei (11 de Outubro de 2011). Nela nos dizia que a porta da Fé introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na Igreja (cfr. nº1). O ano da Fé foi assim um convite especial feito a todos nós para entrarmos por esta porta, na certeza de que a comunhão com Deus vivida na comunhão da Igreja cumpre  as esperanças mais fundas que atravessam o coração humano.
De facto, a Fé constitui o grande dom de Deus oferecido a cada um de nós através da Pessoa de Seu Filho Jesus Cristo; sendo a relação com Ele determinante para que se cumpra a própria vocação humana enquanto tal. Isto nos diz também o Papa Francisco, na encíclica sobre a Fé, Lumen Fidei (29.06.2013), onde nos recorda a relação do ano da Fé com o cinquentenário do Concílio Vaticano II. Este Concílio foi, de facto, um concílio sobre a Fé, por sublinhar como a nossa vida tem de mostrar sempre o primado de Deus em Cristo (cfr. Lumen Fidei, nº 6).
É este primado de Deus e da relação com Ele na Pessoa de Cristo que tem de estar sempre no centro da nossa vida pessoal e comunitária. Damos agora connosco a viver tempos em que esse primado é esquecido e frequentemente substituído por realida­des passageiras que não podem responder aos anseios mais fundos do coração humano e, por isso, geram desilusão e perda de esperança.
Sendo assim,  a grande preocupação do ano da Fé, que hoje termina – colocar Deus e a Pessoa de Cristo no coração da nossa vida pessoal e comunitária – não a poderemos esquecer neste dia 24 de Novembro. De facto, esta preocupação existe para nós já desde antes de o ano da Fé se iniciar em 11 de Outubro de 2012.
Para trás desta data fica o nosso esforço de levar toda a Diocese a reencontrar-se com o Catecismo da Igreja Católica, em cada uma das suas quatro partes, propondo para nosso estudo uma delas em cada ano (2006-10). A seguir fizemos esforço, durante três anos (2010-13) para levar toda a Diocese a voltar-se mais para o encontro com a Palavra de Deus, cuidando a relação com o Evangelista do respectivo ano litúrgico. Com o anúncio do ano da Fé em 2011 e a sua preocupação de colocar no centro a celebração do cinquentenário do Concílio Vaticano II, a nossa Diocese, através dos seus órgãos de decisão, escolheu viver os próximos quatro anos em esforço para comparar a Igreja que somos com aquela que o mesmo Concílio nos propõe. E é na prossecução deste grande objectivo que todos estamos empenhados. Esperamos ser possível, no final deste período de quatro anos, através de assembleias de representantes de todo o Povo de Deus da nossa Diocese, definir caminhos novos de vivência da Fé numa Igreja renovada segundo o Concílio Vaticano II.
Durante este ano da Fé fizemos por toda a Diocese algumas experiências que nos podem ser úteis para o futuro próximo.
Uma delas foram as assembleias arciprestais em ano da Fé e relacionados com elas os encontros dos cooperadores pastorais de cada conjunto de paróquias confiadas ao mesmo pároco com a presença do Bispo Diocesano. Estes cooperadores, quer pelo seu número quer pelas diferentes áreas da vida das comunidades que representam, são de facto uma esperança para  renovação comunitária em que estamos empenhados. Queremos sobretudo envolvê-los no esforço para fazer o confronto das comunidades paroquiais e inter-paroquiais que somos com o modelo de Igreja que Cristo deseja e o Concílio nos propõe.
Terminamos esta mensagem com uma oração em que pedimos ao Senhor a graça de fazer com que o dinamismo de entusiasmo gerado ao longo deste ano da Fé por toda a Diocese nos ajude a definir caminhos novos de vivência da mesma Fé para nós e nossas comunidades.

Guarda e Paço Episcopal, novembro de 2013


+Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

quinta-feira, outubro 10, 2013

terça-feira, outubro 01, 2013

sábado, setembro 07, 2013

Dia de jejum e oração pela paz na Síria

O Santo Padre fez o apelo e nós respondemos com sinceridade e abertura de coração. Fica aqui uma oração pela paz na Síria, cuja fonte é o site Aleteia.

 
Deus de Compaixão,escuta o clamor do povo Sírio,
conforta os que sofrem violência,
consola os que choram os seus mortos.
Fortalece os países vizinhos para que acolham os refugiados.
Toca os corações dos que recorrem às armas
e protege os que trabalham pela paz.
Deus da Esperança,
inspira os líderes para que escolham a paz em vez da violência e para que procurem a reconciliação com os seus inimigos.
Inflama a compaixão na Igreja Universal para com o povo Sírio
e dá-nos esperança num futuro com base na justiça para todos.
Nós Te pedimos por Jesus Cristo, Príncipe da Paz e Luz do mundo.
Amém.

sábado, maio 18, 2013

“Recebei o Espírito Santo” (cf Jo 20,19-23) - Pentecostes

Receber o Espírito Santo é aceitar a graça de experimentar o Amor. Experimentar o Amor tendo Jesus como Mestre e guia da vida. Por isso Ele dá aos seus discípulos o Espírito Santo, para que eles levem no coração a experiência do amor e a testemunhem e vivam pelo mundo fora. Jesus hoje continua a dar-nos o Espírito Santo e a dizer-nos: “Recebei o Espírito Santo”. Recebemo-lo de facto? Não andarei eu (andaremos nós) distraído com outras coisas que não a vivência da experiência do amor de Deus em mim e no mundo que me rodeia???

As línguas descidas do céu são o sinal da comunicação. É preciso levar a mensagem com a nossa própria língua,… com a nossa própria vida. Cada vez que não aceitamos a Palavra no nosso coração e não damos um verdadeiro testemunho dela, estamos a renunciar ao Espírito Santo. As línguas de fogo descidas do céu são sinal de laços criados com os discípulos (connosco) fazendo o mesmo desafio hoje: criar relações serenas, verdadeiras, de amor com o nosso próximo! Quem é o próximo? Todo aquele que está à nossa volta: a família, o amigo, o vizinho, o que se isola da existência, o que precisa das minhas mãos para trabalhar, o que precisa da minha palavra para sorrir, o que precisa do meu perdão para viver,…

Somos Igreja que se reúne e ouve o Mestre a falar e se deixa animar pelo Espírito? Ou somos Igreja que se reúne por preceito ou obrigação e só se anima pelo que quer?

Que a paz esteja connosco. Que sejamos dignos de experimentar Cristo na vida, aceitando-o! Aceitá-l’O é saber amá-l’O e acabar com o pecado na vida. Sim,… o pecado é toda a ausência de amor que existe na minha e na nossa vida. E sim, o pecado, a ausência de amor, existe e é real.

Deixemos que a diversidade dos dons com que cada um é agraciado, não seja um fator de separação (como era na comunidade dos Coríntios), mas que seja um elo de unidade. Em Cristo, somos um corpo que avança na vida para instaurar o reino do amor e da paz.
Pe Ângelo Martins

segunda-feira, maio 06, 2013

Jornada Arciprestal da Fé - Celebração da fé

A Jornada Arciprestal da Fé, no Rochoso, decorreu desde o dia 7 de Abril e teve o seu culminar no dia 5 de Maio. Entre as os "Encontros..." em cada Domingo (momentos de catequese e oração), os encontros de pastoral dos vários grupos de cooperadores com o Pastor da Diocese (Sr Bispo), o "laço de Adoração" ao Santíssimo Sacramento (em todas as paróquias), o retiro pascal (adultos e jovens), a "peregrinação de Fé" e a "celebração da Fé", foram tempos de encontro com Deus. Muitos e muitas se empenharam e disponibilizaram as suas vidas para viver estes tempos, que não terminam, mas continuam em cada pa´roquia, em cada família, em cada grupo de amigos, em cada coração. Aqui fica uma breve reportagem fotográfica da celebração da fé.














sábado, abril 13, 2013

«Senhor, Tu sabes tudo, bem sabes que Te amo».(cf Jo 21,1-19)



Como ser verdadeira e melhor testemunha de Jesus neste tempo e nestes dias que são os nossos? Só através do amor! Fazendo da vida um serviço de amor constante ao próximo. É comum entre nós, homens e mulheres de fé, nos dirigirmos a Jesus nas orações as súplicas e os agradecimentos. Mas é comum fazer nas nossas vidas a Sua vida? Acredito que é isto que Jesus nos continua a ensinar hoje: a fazer como Ele faz, a ser como Ele é, a amar como Ele ama. Aqui encontra-se o caminho simples para ser trilhado e calcado.
«Simão, filho de João, tu amas-Me mais do que estes?» Infelizmente não consigo quantificar o amor que tenho por Jesus ou que alguém tem por Ele. Mas esta questão vai além de uma quantificação: vai ao fundo do coração, vai dentro do amor.
«Simão, filho de João, tu amas-Me?» Claro que Te amo, Senhor, claro que Te amamos, Senhor, mas muitas vezes não sabemos como amar, porque vivemos mais segundo a consciência e a razão do que segundo o coração…
«Simão, filho de João, tu amas-Me?» Amo-Te, Senhor,… mas preciso aprender a amar-Te mais em tudo. Naquilo que foste e és… nas Tuas palavras, que por vezes não oiço porque me distraio,… nos Teus silêncios que por vezes não os faço porque tenho mais em que pensar… nos Teus sorrisos que estão ao meu redor e que por vezes não se abrem porque esperam a minha palavra que não sai… no Teu sofrimento que existe e que espera por mim para ser aliviado e, por vezes, passo ao lado,… preciso de aprender a amar mais em tantas coisas, Senhor, mas,… «Senhor, Tu sabes tudo, bem sabes que Te amo».
Pe Ângelo Martins

segunda-feira, abril 08, 2013

Peregrinação à Polónia | 20 a 27 Julho de 2013



Peregrinação à Polónia

20 a 27 Julho de 2013 | Arciprestado do Rochoso 



1ºDia: VILA FERNANDO / LISBOA/ VARSOVIA
Em hora a determinar, transporte e assistência nas formalidades de embarque no aeroporto de Lisboa. Saída com destino a Varsóvia. Assistência à chegada a Varsóvia. Encontro com guia local e panorâmica da cidade. Instalação no Hotel. Jantar no hotel e alojamento.
2º Dia – VARSÓVIA / CZESTOCHOWA / CRACOVIA
Pequeno-almoço no hotel. Partida em autocarro privado para Czestochowa. Chegada e almoço em restaurante local. Após o almoço, visita ao Mosteiro de Jasna Gora, incluindo visita à Capela da Virgem Negra, Sala de armas, tesouro e muralhas. Após a visita, continuação para Cracóvia. Chegada. Jantar e alojamento no Hotel.
3º Dia – CRACOVIA / WIELICZKA / LAGIEWNIKI / CRACOVIA
Pequeno-almoço no hotel. Partida para Wieliczka. Entrada nas minas de sal de Wieliczka para se poderem observar os numerosos corredores, capelas e lagos e considerado como um património mundial da UNESCO. Continuação para Lagiewniki para visita do Santuário da Divina Misericórdia e túmulo de Santa Maria Faustina. Regresso a Cracóvia. Almoço na cidade velha. Visita da cidade de Cracóvia incluindo o Castelo, a Catedral Wawel, a Igreja de Santa Maria com o seu famoso altar de madeira desenhado por Wit Stwosz, o bairro judeu de Kazimierz, centro cultural e espiritual dos judeus e pátio da Universidade. Jantar em restaurante no bairro judeu de Cracóvia com espetáculo de folclore judeu e russo. No final regresso ao hotel. Alojamento.
4º Dia – CRACOVIA / ZAKOPANE / CRACOVIA
Pequeno-almoço no hotel. Saída para Zakopane, capital da zonamontanhosa de Tatra e famosa pelas suas tradições culinárias e folclóricas, a cidade amada por João Paulo II. Em Zakopane, almoço típico e visita à Igreja de Nossa Senhora de Fátima. Subida em funicular ao Monte Gubalowka (1987m) para se apreciar o magnifico panorama das montanhas Tatra. Ao final da tarde, regresso a Cracóvia. Jantar e alojamento no hotel.
5º Dia – CRACOVIA / KALWARIA / WADOVICE / AUSCHWITZBIRKENAU/ VARSÓVIA
Pequeno-almoço no hotel. Visita ao Santuário Kalvaria com quadro de Nª. Sra. que chora e o cadeiral de madeira feito pelos monges bernardinos. Chegada a Wadovice – terra natal de João Paulo II. Visita à Igreja com a imagem de Nª. Sra. do Perpétuo Socorro cuja coroa foi feita com as alianças e o ouro das mulheres de Wadovice. Visita à casa onde viveu o Papa que hoje é museu. Almoço. Partida para Auschwitz. Chegada e visita do antigo campo de concentração dos Nazis. Transporte de regresso a Cracóvia. Jantar e alojamento no hotel.
6º Dia – VARSOVIA / WILANOW / VARSÓVIA
Pequeno-almoço no hotel. Visita de Varsóvia, incluindo o Parque real de Lazienki, a estrada Real e a parte velha da cidade: Palácio da Cultura (oferta dos soviéticos à cidade em 1955) Praça da Constituição, Praça da União Lublin (entre a Polónia e a Lituania) Parque Banhos Reais, Palácio Belveder, Estátua Marechal Pifsujdsky, Parque real de Lazienki (estátua de Chopin no Lago) Palácio real de Lazienki (sec.XVIII) Palácio Wilanow, Grande Teatro, Palácio do Presidente, Monumento a Jan Kilinski, Monumento a Nicolau Copérnico, Monumento aos heróis do Ghetto e Monumento à insurreição de Varsóvia. Visita à Igreja de Santo Estanislau Kotska onde foi Pároco e está sepultado o Beato Jerzy Popielusko, sacerdote assassinado pela polícia politica. Almoço em restaurante na parte antiga da cidade. Depois do almoço, visita da cidade velha: Barbakan, Muralhas antigas, Castelo Real, Praça com estátua de Sereia e catedral de S. João Baptista e transporte de regresso ao hotel. Em hora a determinar, transporte a restaurante local para Jantar restaurante com assistência a espetáculo folclórico da região. Alojamento no hotel.
7º Dia – VARSOVIA / ZELAZOWA WOLA / NIEPOKALANOW / VARSÓVIA
Pequeno-almoço no hotel. Partida em direcção a Zelazowa Wola. Visita a esta cidade, local de nascimento do famoso compositor Frederic Chopin. Almoço em Restaurante local. Após almoço, continuação para Nieborow. Visita ao Palácio de Nieborow onde poderá ser admirado a famosa estátua de Niobe. No caminho de regresso a Varsóvia paragem em Niepokalanow e visita do Museu de São Maximiliano Kolbe, o Padre polaco martirizado em Auschwitz, e da Igreja de Nossa Senhora das Graças. No regresso a Varsóvia. Chegada a Varsóvia. Jantar e alojamento no hotel.
8º Dia – VARSOVIA/ LISBOA / VILA FERNANDO
Pequeno-almoço no hotel. Parte da manhã livre para as últimas compras. Almoço e transporte ao aeroporto de Varsóvia . Fformalidades de embarque e saída com destino a Lisboa. Formalidades de desembarque. Transporte de regresso aos locais de origem.
FIM DA VIAGEM
 




Voos previstos:
20/07 – Lisboa / Varsóvia – 09h15 – 14h10
27/07 – Varsóvia / Lisboa – 14h55 – 17h55

Preço por Pessoa em Quarto Duplo ou Triplo...........................1.295.00 •
Suplemento de Quarto Individual .............................................. 250.00 •

Acompanhamento Espiritual: Pe. Ângelo Martins
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: Vila Fernando - Guarda
Tlf: 271 979 054 | Tlm: 966 191 151

RESPONSABILIDADE TÉCNICA: VERDE PINO
Agência de Viagens e Turismo, Lda.
2495-450 Fátima
Telf 249 530 530 | Fax 249 530 539 | e-mail: verdepino@verdepino.com