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A mostrar mensagens de Novembro, 2013

Papa Francisco - a propósito do Sacramento da Reconciliação

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Creio «na remissão dos pecados». Deus perdoa o homem na sua soberana misericórdia, mas Ele mesmo quis que as pessoas que pertencem a Cristo e à sua Igreja recebam o perdão através dos ministros da Comunidade. Para isso, a Igreja é depositária do «poder das chaves»: «Dar-te-ei as chaves do Reino dos céus. (…) Tudo o que desligares na Terra será desligado no Céu». Mas o protagonista do perdão dos pecados é o Espírito Santo. A Igreja não é senhora deste poder das chaves, mas serva do ministério da misericórdia e fica feliz sempre que pode oferecer este dom divino. Às vezes, ouve-se dizer: «Eu confesso-me directamente a Deus». É verdade que Deus sempre te ouve, mas, no sacramento da Penitência, manda um irmão trazer-te o perdão. O sacerdote confessor deve estar ciente de que o irmão ou irmã que se abeira dele, procura o perdão e fá-lo como tantas pessoas se abeiravam de Jesus para que as curasse. Os fiéis penitentes têm o direito de encontrar, nos sacerdotes, servidores do perdão de Deus.

Plano Pastoral Diocesano - Guarda

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Mensagem no encerramento do ano da Fé - Bispo da Guarda

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Aos Fiéis e às comunidades de Fé da Diocese da Guarda
O Papa Bento XVI convocou o ano da Fé com a carta apostólica Porta Fidei (11 de Outubro de 2011). Nela nos dizia que a porta da Fé introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na Igreja (cfr. nº1). O ano da Fé foi assim um convite especial feito a todos nós para entrarmos por esta porta, na certeza de que a comunhão com Deus vivida na comunhão da Igreja cumpre  as esperanças mais fundas que atravessam o coração humano. De facto, a Fé constitui o grande dom de Deus oferecido a cada um de nós através da Pessoa de Seu Filho Jesus Cristo; sendo a relação com Ele determinante para que se cumpra a própria vocação humana enquanto tal. Isto nos diz também o Papa Francisco, na encíclica sobre a Fé, Lumen Fidei (29.06.2013), onde nos recorda a relação do ano da Fé com o cinquentenário do Concílio Vaticano II. Este Concílio foi, de facto, um concílio sobre a Fé, por sublinhar como a nossa vida tem de mostrar sempre o primado de …